Antes e Depois

Amigos e amigas,

Para nós não existe nada mais feliz do que o momento de uma adoção e mais satisfatório ainda o acompanhamento dos mesmos… seguem abaixo alguns antes e depois para vocês verem alguns dos peludos adotados!

Histórias de amor, superação e finais felizes…

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Amigos e amigas,

Para nós não existe nada mais feliz do que o momento de uma adoção e mais satisfatório ainda o acompanhamento dos mesmos… seguem abaixo alguns antes e depois para vocês verem alguns dos peludos adotados!

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Irmão Animal – Contando sua História Animal!

Que orgulho eu ter inspirado tudo isso. Serão relatos lindos.

Segue outro, da Pinga, que é da Ana Cristina Sampaio. O carro era o meu.

O FAZER NOSSO DESTINO

Por Catarina Maul

Em algum momento todos temos a oportunidade de mudar a rota, contornar a vida, improvisar um mapa e transformar todo o nosso destino. Mas, nem sempre o fazemos.

É preciso coragem de enfrentar o desconhecido, vencer o medo da solidão na mudança das paisagens e exercitar um profundo desapego ao que sempre nos pareceu o mais natural, o conformismo.

Grande lição ela nos deu hoje, a pequenina felina com prováveis 2 meses de vida e uma estrela impar.

Abandonada numa suja lixeira (destino assustadoramente similar ao de muitas crianças nesse nosso país), teve que aprender à duras penas o custo da sobrevivência (destino também similar ao de nossas crianças, infelizmente!) e buscar, com coragem, algum lugar ao sol, água bebível e alimento.

Com certeza remexeu lixo, tremeu de pavor com violentos cachorros, viu e sofreu toda gama de insetos, adormeceu sentindo frio, em nossas imperiais noites de inverno.

Sem conhecer almofadas macias, colo e carinho, a pequena gatinha um dia olhou para o mundo e decidiu. Decidiu que em algum lugar haveria o seu lugar, mas para conhecê-lo precisaria assumir a coragem e adentrar o desconhecido. E assim o fez. Assim deveríamos, aliás, fazer todos nós!

Sorrateiramente, em algum momento incalculável, ela entrou em meu carro. Acostumada a fugas e improvisos, não fez o caminho óbvio do abrir de portas, desconhecia as portas da frente, mas subiu pelos fundos, emaranhou-se no caput e esperou seu momento, quieta, calada.

O carro andou, seguiu viagem, e de onde ela estava, só podia enxergar a vida passando no asfalto quente, deixando para trás, cada vez mais, o lugar de onde veio, o lugar prometido sem conforto e esperança, sem alimento e até… sem chance alguma de sobrevivência.

E de repente um miado sufocado, repetido inúmeras vezes durante o trajeto, me colocou de frente para a realidade.

Dentro da ferragem do carro, presa entre a lataria e a roda dianteira, estava uma assustada criatura, que entrou em minha vida não sei onde, em busca de uma chance de mudar o seu destino.

Quase duas horas e quase uma dezena de amigos para achar um jeito de tirá-la do espaço tão pequeno onde ela conseguira ancorar sua esperança. Faminta, com medo, não sei quantas horas ela enfrentou de angústia, simplesmente para não se render ao conformismo.

E, nessas duas horas, muitos solidários olhares, muitos cuidados e mimos, muita torcida e planos. A pequenina gatinha ganhou, naquele momento, toda a atenção que jamais conhecera, dispensada na lixeira, junto a toda a sua ninhada.

Depois de angústia geral e apreensão de todos, chamamos eficiente e heróica mão de obra especializada: os bombeiros.

Em minutos ela foi salva e entregue ao colo aquecido de mãos torcedoras e amorosas. E foi assim que a pequena felina mostrou ao mundo que existia, que merecia respeito, que merecia carinho, que era uma criatura de Deus.

Com menos de dois meses de vida, sozinha, mudou seu destino, provou sua coragem, conquistou seu lugar no mundo e elegeu seu futuro.

Provavelmente, porque um dia teve a sábia mania de quebrar o protocolo, agora repousa em cama macia, coberta de mimos. Com certeza, já tem vasilhames de comida, nome, ração específica, perfume e caixa para as suas necessidades fisiológicas.

Adotada pela Ana Cristina e o Guto Menezes, ainda tem a sorte de ouvir para dormir as mais belas canções executadas nas notas mais perfeitas e afinadas, que somente a voz da Ana e as cordas do Guto sabem produzir.

O resto… é só amor!

A lição é a coragem!

“Este é o relato do acontecido no dia 18 de julho de 2010, em frente ao Clube Magnólia, no momento do início da Roda de Choro do Grupo Taruíra. O evento atrasou 40 minutos porque os músicos, sensíveis, tentaram salvar o animal aprisionado. O serviço eficiente do Corpo de Bombeiros solucionou o problema. Depois de grande disputa entre os músicos Zé Roberto Leão e Guto Menezes, quem levou para a casa a heroína gatinha foram o Guto e a Ana Sampaio, pois como dizem todos, os gatos escolhem seus donos. O amor da gatinha pela Ana Cristina foi à primeira vista. Que bom que as surpresas ocorrem todos os dias!”

Leiam mais histórias:http://historiasirmaoanimal.wordpress.com

Obrigado a todos pela ajuda e apoio de sempre.

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Irmão Animal – Tenente Dan

Amigos e amigas,

Acompanhamos desde o dia do resgate do “Nescau” os relatos da amiga Ana, foi atropelado covardementee graças a Deus prontamente atendido e socorrido pela Ana que foi seu anjo protetor. Hoje Nescau está em seu novo lar, segue a bonita história dele contada pela sua tutora e amiga Catarina: Tenente Dan Tenho desfrutado de um tipo de amor animal diferente, um que bateu, dentro do meu coração, com um certo incômodo, à princípio. A responsabilidade me pareceu enorme, e minha incapacidade também, pois a vida nos impõe rotinas loucas, horários corridos, falta de espaço para vários prazeres e uma obrigação que não cessa. E, pensei, como vou segurar mais essa? Já tenho filho, dois cachorros, 4 gatos (tem uma a caminho), duas casas, vários trabalhos, muitos projetos.. ufa! Mas meu filho, de 15 anos, me ensinou (aliás, aprendo muito com a serenidade dele, com a praticidade para certas questões, com a grandeza de caráter e com tamanha generosidade) : – Mas mãe, ele é um cachorro, vai aprender a viver sem a pata, vai fazer as mesmas coisas, vai ser independente. Vai aprender a correr, mesmo que mais devagar, vai ter que aprender a pular só com as três. E quem melhor que nós para cuidar dele? Será mais difícil para ele ser adotado. A gente é capaz! Eu não vejo problema nenhum nisso. E assim ele chegou, já com um nome que o Erick escolheu: Tenente Dan (em homenagem ao personagem do filme Forrest Gump, que perdeu duas pernas na guerra, mas não perdeu o humor e a capacidade de se divertir e ter sonhos). Ele é só amor. Tanto, que dá dó. Parece que em seus estimados 10 meses nunca teve um carinho, nunca deram o rosto para ele dar uma melada lambida, não sabia que um cão poderia ter uma casinha, não sabia que água fresca e comida todo o tempo disponível é, também, privilégio dos animais. Dizem que quando alguém tem um filho especial, todos os dias se aprende com isso. A pureza do amor é muito mais intensa, a força é um vulcão explodindo no peito, a fé é algo que cresce de uma forma incontestável (vejo isso todo dia com minhas amigas Andrea Marinho e Marcia Schanuel). Agora, aprendo a ter um animal especial, o Tenente Dan. Que ele nos ensine o que a vida ainda não conseguiu. Ana, esse ex Nescau será sempre seu. Esse elo nada tira. Agradeço ao Henrique que sempre acreditou nisso e abraçou essa causa desmedidamente. A vida lhe tirou uma perna, mas o presenteou com um lar. E farei o meu melhor! Existe muito preconceito ao adotar um animal especial, um animal idoso, que possamos com este belíssimo texto, mostrar que sim, é possível terem uma vida normal e ajudar desta forma a quebrar estas barreiras e mitos… Obrigado a todos pela ajuda e apoio de sempre. Grupo Irmão Animal irmao.jpg contatos http://irmaoanimal.com https://www.facebook.com/irmaoanimal http://caespetropolis.wordpress.com – Animais para Adoção em Petrópolis http://procuramospet.wordpress.com – Animais Perdidos e Achados em Petrópolis ღ●๋•°’ RESPEITAR os animais é DEVER de todos … AMÁ-LOS é umPRIVILÉGIO de poucos!!! ღ●๋•°'” ღ … adote, ajude, divulgue !!! Se você não deseja mais receber nossos e-mails,responda este email com assunto Excluir da lista.