Dicas de Fim de ano – Viagem



Campanha realizada pelo Irmão Animal, focando a conscientização e cuidados especiais nesta época.
 
A grande dúvida que os tutores tem é se devem levar seus pets nas viagens. Depende do lugar e como seu ele irá se sentir em relação ao deslocamento e o ambiente em questão. Alguns cães, por exemplo, passam muito mal quando andam de carro, outros tem dificuldade em ficar sozinhos fora de casa, nesses casos o mais indicado seria deixa-los em um hotelzinho ou até com alguém de confiança. Não é justo que nossos grandes amigos passem por esse trauma só para poder satisfazer nossos desejos, temos que pensar no bem estar deles, por tanto, pense muito bem se vale a pena o stress que seu grande amigo irá passar.

Como amenizar os traumas dos fogos?

Preparar um quarto com portar e janelas fechadas para abafar o barulho dos fogos é uma alternativa que funciona para alguns cães, deixar uma caminha confortável em baixo da cama para imitar um toca, também é uma ótima opção. Já para cães muito medrosos, o ideal é acrescentar uma música um pouco mais alta para disfarçar o som dos fogos, e sempre ter alguém para supervisionar. Muitos casos acontecem de cães que fogem e se perdem no fim do ano tentando fugir dos fogos. 

Ceia na mesa, o que meu pet não pode comer

Na realidade devemos evitar os alimentos que fazem parte da Ceia, geralmente são temperados e alguns podem até causar intoxicação. Se quiser dar um agrado ao seu pet, procure servir na Ceia dele, alimentos próprios para cada espécie. Existem no mercado vários tipos de petiscos diferenciados, tipo panetone, que são específicos para eles, então não arrisque em passar as festas de fim de ano na emergência de um hospital veterinário, procure soluções saudáveis e apropriadas para quem você tanto ama.

CRÉDITOS:
Irmão Animal
Rafael Cassanta
Adestrador e dono da creche para cães 
Cão a Cão.

Dicas de Fim de ano – Cães X fogos de artifício

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Cães X fogos de artifício: especialista em comportamento canino dá dicas para amenizar a fobia dos animais

Ricardo Tamborini atribui o medo de alguns pets ao comportamento incorreto por parte dos donos e desfaz alguns mitos sobre a preparação do animal para a queima de fogos

“Nenhum cão nasce com medo”. É o que afirma o especialista em comportamento canino, Ricardo Tamborini, ao explicar que os desvios comportamentais do pet afloram de acordo com os estímulos que ele recebe. O mesmo acontece com a fobia envolvendo fogos de artifício, que na maioria dos casos é resultado de um comportamento incorreto dos donos. “É natural que o cão sinta medo do barulho de rojões e o primeiro impulso dos donos é pegá-lo no colo para protegê-lo. Porém o animal entende isso como ‘uma recompensa por sentir medo’ e terá o mesmo comportamento sempre que ouvir os ruídos”, explica Tamborini.

Desde filhote, o cachorro deve entender que o barulho dos fogos não representa perigo e que é algo passageiro. Caso o dono não condicione o pet da maneira correta, ele pode desenvolver a fobia e o medo pode resultar em outros problemas, como estresse, insegurança, agressividade e depressão. “Corrigir um animal adulto, que já desenvolveu um trauma, é muito mais difícil e, em alguns casos, irreversível. Por isso, o indicado é iniciar o processo de adaptação no primeiro ano de vida do pet”, alerta o especialista.

Criando cães destemidos
Para o especialista em comportamento canino, a única maneira de evitar que o pet desenvolva fobia de fogos de artifício é condicioná-lo, desde filhote, a encarar o ruído como algo inofensivo. “O segredo é não dar colo e carinho para o pet, não recompensá-lo durante a queima. Por mais que ele chore, quando o barulho cessar ele irá perceber que nada de mal aconteceu. Da próxima vez, ele irá encarar o acontecimento com mais naturalidade”, aconselha.

Outra dica de Tamborini é fazer a associação do barulho a algo bom, como petiscos, brinquedos e brincadeiras. “O dono deve fazer isso apenas quando notar que o cão está bem e, principalmente, sem demonstrar receio algum da situação que o incomoda”, completa.

O cão já tem medo. E agora?
Dependendo do grau desse medo, o dono deverá recorrer ao auxílio de um especialista em comportamento canino. “Há cães que se machucam gravemente, querem ultrapassar portões ou paredes. Em casos extremos assim, o trauma já está muito enraizado no pet. Daí a importância de contar com a ajuda de alguém que faça um diagnóstico correto e oriente os donos de como revertê-lo”, explica.

O processo de adaptação e dessensibilização deve ser gradativo, agradável e, principalmente, sem forçar o animal. “É errado forçar um animal que já apresenta esse medo a ver fogos ou situações que são desagradáveis a ele. O ideal é trabalhar isso no decorrer do ano. Isso leva tempo e varia de acordo com o nível da fobia de cada animal”, esclarece o especialista.

Para que os donos saibam como lidar melhor com o problema, Tamborini listou uma série de dicas com foco em cães que já têm fobia de fogos de artifício:

– Deixar um animal que tem medo de fogos sozinho em casa não é uma boa opção. Devido ao medo, ele pode se machucar seriamente, por querer fugir da situação que o está incomodando. O ideal é recorrer a um hotel de cães que tenha uma equipe preparada para dar suporte aos animais na noite da virada de ano.

– Se você estiver em um lugar estranho, na casa de amigos ou viajando, proporcione um ambiente seguro e tranquilo para o pet. Deixe-o, de preferência, em um local silencioso, longe de pessoas e outros cães. Em situações de medo o cão procura abrigo em algum local escuro e tranquilo. Isso acontece porque, diferente dos humanos, os cães naturalmente sentem-se seguros em locais com essas características.

– Outra alternativa é abrigá-lo em uma caixa de transporte de tamanho adequado, cobrindo essa caixa com algum tecido escuro, ou colocá-lo em um quarto escuro.

– Uma técnica que tem sido muito difundida é a de enrolar uma faixa ou tecido no corpo do animal em pontos estratégicos para que a circulação sanguínea das regiões extremas do corpo seja estimulada, amenizando as tensões localizadas no dorso do animal e diminuindo a sua irritabilidade. O grande problema é que essa técnica tem sido difundida como “a solução”, mas na realidade ela só funciona em alguns casos. No geral, cães já em nível pânico não terão qualquer tipo de reação. O que pode ocorrer, se não houver supervisão, é o cão rasgar as faixas a fim de retirá-las, ou até mesmo deixá-lo mais irritado.

Mitos
Deixar uma luz acesa, a TV ligada ou colocar algodão no ouvido do pet quando ele estiver sozinho, segundo Tamborini de nada adianta. “Como eu disse anteriormente, os cães sentem-se mais seguros em locais pouco iluminados e silenciosos. Já o algodão é um objeto estranho que causa ainda mais desconforto ao animal”, explica.

Usar floral ou medicamentos para tranquilizar ou sedar animais com medo é outro truque que não funciona. “Isso é um paliativo. Pode até aparentar uma pequena melhora, mas quando falamos em medo, abordamos especificamente a questão psicológica, então todos esses métodos e truques citados acima pedem ajudá-lo, mas não são capazes de resolver o problema”, alerta o especialista.

Serviço:
Ricardo Tamborini – Adestrador e especialista em comportamento canino
www.ricardotamborini.com.br

Dicas de fim de ano – Viagem de carro com o cão

Viagem de carro com o cão: equipamento de segurança adequado salva a vida de cães e seus donos

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Transportar o pet corretamente também evita multas e garante uma viagem de fim de ano tranquila para toda a família

 

Muitas famílias incluem os cães nas viagens de final de ano, mas não se atentam à importância de transportá-los de maneira segura. Isso porque a maioria desconhece os seguintes números: um cão de apenas 10 Kg pode passar de 100 Kg em uma batida de carro. Já o peso de um animal de 50 Kg pode ultrapassar uma tonelada. “Crash tests realizados com pets em tamanhos e pesos reais já comprovaram que, quando o animal está solto no veículo, além de se machucar gravemente no momento do impacto, ele coloca a vida do motorista e dos demais passageiros em risco”, explica Denis Rodrigues, diretor técnico da Bracannes, empresa especializada em cintos de segurança para pets.

O engenheiro mecânico especialista em segurança veicular explica que a caixa de transporte está entre as opções, mas ela é segura apenas do ponto de vista dos humanos, podendo ser perigosa para o animal uma vez que ele fica solto dentro dela. Segundo o especialista, a melhor maneira de evitar fatalidades é fixar o corpo à estrutura do veículo. “Ao prender o animal à estrutura do carro, permite-se absorver a força de um eventual impacto sem transferi-la para o pet. O cinto de segurança, desde que tenha design e materiais de qualidade, garante menor risco aos ocupantes do veículo e também ao pet conduzido”, destaca.

Denis ressalta a importância de utilizar acessórios desenvolvidos especialmente para os pets, que respeitem seu biótipo, garantindo um ajuste perfeito e distribuindo a força do impacto aos pontos mais resistentes da estrutura do pet. “É importante utilizar equipamentos especiais para os cães porque os cintos para humanos podem incomodá-los, fazendo com que eles sejam capazes até mesmo de retirá-los. O animal não deve se sentir incomodado ao utilizar um equipamento de segurança”, destaca.

O especialista destaca, ainda, que a cadeirinha de transporte é outro equipamento de segurança que pode ser usado, desde que feito com materiais testados. “Mas, ainda assim, seu uso deve estar associado também ao cinto de segurança”, completa.

Transporte livre de multas

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, não é permitido conduzir animais nas partes externas do veículo, assim como ele não pode estar no banco do motorista ou do passageiro ao lado. Nestes casos, a lei prevê multas de R$127,69 e R$85,13, respectivamente. “Não há uma estatística sobre pets envolvidos em acidentes de trânsito, uma vez que o animal é visto pela lei como carga e não como uma vida”, explica Denis.

 

Sobre a Bracannes

No mercado desde 2007 e pioneira na América Latina na fabricação de cintos de segurança para cães, a Bracannes é a única empresa do segmento que conta com o respaldo de um engenheiro especialista em segurança veicular, com mais de 15 anos de experiência no mercado automobilístico.

Considerado o mais resistente do mercado, o cinto de segurança Bracannes possui um sistema de autocompensação de esforços que potencializa a ação do cinto e minimiza as consequências do impacto, além do exclusivo absorvedor de energia e a lingueta em aço carbono. Algumas peças chegam a resistir a mais de 700 Kg.

A empresa é comandada pela diretora geral, Amália Maldonado, que levou sua experiência adquirida no Instituto de Pesquisas Tecnológicas de SP para a marca. A Bracannes também possui uma linha completa de passeio, incluindo guias, coleiras, peitorais e focinheira. A linha profissional da marca é reconhecida pelos mais conceituados profissionais em adestramento do país e utilizada pela força pública brasileira.

Você Sabia? que alguns remédios humanos não podem ser dados ao seu pet?

Aconteceu comigo, pode acontecer com você, indicação de vendedores em farmácias podem muitas vezes gerar problemas sérios na saude do seu animal, o ideal sempre, é procurar ajuda veterinária. 

VOCESABIARemedio

Remédios humanos podem ser letais em cães e gatos.

Você sabia que alguns remédios humanos não podem ser dados ao seu pet? Isso mesmo, medicar os animais domésticos por conta própria com medicamentos de humanos, ao invés de auxiliar no tratamento, pode causar intoxicação, alergias e levar o animal a óbito rapidamente.

Uno, um miniatura pinscher com três anos de idade, apresentou os sintomas comuns da intoxicação após ingerir 30 gotas de analgésico dadas por sua tutora. “A veterinária tinha indicado um remédio para ele tomar caso sentisse alguma dor. Pensando que seria a mesma coisa, dei um analgésico de uso humano. Depois que ele tomou percebi que uma reação estranha à medicação, vomitando muito, ficando molinho e com diarreia”. Aos primeiros sintomas que o cão apresentou, Simone resolveu levá-lo para a Clínica Veterinária Fauna, onde recebeu tratamento para desintoxicação. “Ele ficou em observação após ser medicado e depois de três dias estava bem. Hoje tenho trauma de medicá-lo. Lembro que fiquei muito assustada”, conta.

Gatos são ainda mais sensíveis e apresentam grande intolerância a medicamentos que são usados sem problemas em cães e humanos. “Não é raro um gato morrer ou correr sério risco de vida devido à intoxicação medicamentosa”, conta a veterinária.

 
Neste artigo vamos entender um pouco mais sobre este assunto e evitar qualquer tipo de erro futuro. Confira!

Apenas o veterinário pode receitar medicamento

Existem alguns medicamentos que são fabricados para humanos e que podem ser utilizados em animais, no entanto, devemos compreender que estes medicamentos só podem ser receitados por médicos veterinários. O profissional irá explicar a dosagem correta para o porte físico e peso de cada animal.

Por isso, para evitar qualquer risco de piorar o quadro de saúde do cachorro ou até mesmo causar a morte dele, a dica é evitar a medicação sem prescrição. Sempre que houver algum problema, a solução é sempre encaminhar o pet ao veterinário.

O médico veterinário é o único profissional qualificado e graduado para diagnosticar doenças e indicar o tratamento correto para o seu cachorro.

Sistema digestivo de cães e gatos

O sistema digestivo de cães e gatos é bastante semelhante com sistema digestivo dos seres humanos, no entanto, não funcionam exatamente da mesma forma.

A digestão de cães e gatos não possui a mesma capacidade de absorver e sintetizar os medicamentos, como ocorre naturalmente entre os humanos, como é o caso, por exemplo, de anti-inflamatórios e analgésicos.

Esses medicamentos causam lesão profunda no fígado dos cães e dependendo da dose pode ser letal para os gatos (animais mais sensíveis).

O medicamento também pode causar: anemia hemolítica, diarreia, vômitos, lesões hepáticas, necrose renal, entre outros problemas.

Problemas causados por anti-inflamatórios humanos

O anti-inflamatório tem como base o diclofenaco sódico, este medicamento causa graves sintomas gastrointestinais, sendo possível desenvolver problemas de úlceras perfurantes de estômago e duodeno.

De um modo geral os principais sintomas no animal são: vômitos, diarreia, fezes escuras com sangue, apatia e dor abdominal.

O medicamento errado ou mal aplicado pode fazer do problema inicial do cachorro se tornar algo secundário, em função das consequências de aplicar uma medicação errada.

Medicamentos proibidos para gatos

  • Acido acetil salicílico (Aspirina®)
  • Paracetamol (Tylenol®, Anador®)
  • Pseudoefedrina (Claritin®, Tylenol Sinus®, Loratadina®)
  • Salicilato de Bismuto (Pepto Bismol®, Peptozil ®)
  • Iboprofeno (Advil®)
  • Piroxican (Feldene®, Inflamene®)
  • Enema de Fosfato (Fleet Enema®)
  • Xampu a base de Alcatrão (Sebotrat -O®, Ionil T®, Politar®)
  • Xampu com Benzoato de Benzila (Acarsan®)
  • Xampu com Acido salicílico.
  • Xampu com Sulfeto de Selênio (Selsun Ouro®, Selsun Azul®)
  • Peroxido de Benzoila – usar com cautela (Peroxidex®, Sana Dog®, Pertopic®)
  • Piretróide (Antiparasitário como Butox® )
  • Levamisol (Ascaridil®)
  • Azatioprina (Imuram®)
  • Piridium®
  • Diclofenaco potássio (Cataflan®)
  • Diclofenaco sódico (Voltaren®)

Medicamentos proibidos para cães

  • Diclofenaco de potássio (Cataflan);
  • Diclofenaco sódico (Voltaren) e a maioria dos anti-inflamatórios de uso humano;
  • Piridium.

Medicamentos de uso restrito para cães

– Ivermectina (Ivermec, Vermectil, Ivomec, entre outros);

Obs: a ivermectina é muito utilizada em cães, com exceção das raças: collie, border collie, pastor de shetland, sheepdog, bearded collie, pastor australiano e todos os cruzamentos em comum com essas raças. Através de pesquisas foram relatadas sérias alterações neurológicas.

Medicamentos de uso controverso em cães

– Acetaminofem/paracetamol (Tylenol);
– 5- Fluororacil (Efurix): de uso tópico, caso ingerido causa grave intoxicação;
– Risperidona (Risperidon).

Medicamentos que requerem cuidado na dose para cães

– Metronidazol (Flagyl): dose alta causa sintomas neurológicos;
– Sulfa-Trimetroprina (Bactrim): dose alta causa displasia de medula óssea, levando a anemia e hepatopatia (em labradores);
– Sulfassalazina (Azulfin): pode causar olho seco em cães;
– Aspirina: dose muito abaixo do que a dada em humanos.

Deu medicamento humano ao cão, e agora?

Se o veterinário prescreveu o medicamento na dose e quantidade certa para o tamanho, idade, raça e peso de seu animal, não há do que se preocupar.

Caso você tenha o costume de automedicar o seu pet, a dica é parar de realizar este procedimento e leva-lo imediatamente ao veterinário (explique ao profissional quais foram os medicamentos aplicados, suas respectivas doses e seus motivos).

Uma ótima dica é ter uma agenda com todo o histórico de medicamentos (e doenças) de seu cachorro.

Procure medicar o seu cachorro com a orientação médica de um veterinário, do contrário, a atitude de automedicar pode fazer o seu cachorro ou gato pagar com a própria vida.

Se um animal de estimação come um remédio como posso fazer para que ele o coloque para fora?

Leve-o até o seu Medico Veterinário de confiança, para tratá-lo da melhor maneira. Não faça automedicações ou tente fazer com seu animal vomite, pois não funcionará da mesma maneira que o ser humano, ou seja, não adianta colocar seu dedo na garganta do seu animal para fazê-lo vomitar.

Se meu animal estiver intoxicado com algum medicamento o que devo fazer?

Leve-o mais rápido possível para seu Médico Veterinário de confiança, só ele poderá reverter os sintomas causados pela intoxicação. Quanto mais rápido começar o tratamento, melhor será o prognostico para reverter o quadro de intoxicação.

Como é possível saber o que pode ou não ser dado?

NÃO FAÇA AUTOMEDICAÇÃO. Dessa maneira poderá mascarar os sintomas e dificultar o diagnóstico da doença. O melhor a fazer caso, seu animal esteja doente, é sempre leva-lo a um Médico Veterinário

Um remédio inofensivo ao ser humano pode ser fatal a um animal?

Sim. Muitos medicamentos utilizados em humanos podem ser fatais à um animal, como por exemplo, os Diclofenatos ( Cataflan ® e Voltarem®), ou até mesmo um simples Tylenol® e Dipirona.

NÃO FAÇA USO DE AUTOMEDICAÇÃO PARA SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO.
Fontes pesquisadas: 

Novena – Oração para nossos irmãos animais

(Novena para um animal doente, faça esta oração durante 9 dias consecutivos)

Pai Celestial, nossos laços humanos, com nossos amigos de outras espécies é um dom maravilhoso e especial de Você. Agora peço para conceder os nossos companheiros animais, seus especiais cuidados paternais e poder de cura para tirar qualquer sofrimento que eles têm. Dá a nós, seus amigos humanos, nova compreensão de nossas responsabilidades para com essas Suas criaturas.
Eles confiam em nós como nós temos confiança em Ti; nossas almas e deles estão nesta terra juntos para formar uma amizade, afeto e carinho. Leve nossas orações sinceras e preencha seus animais doentes ou que sofrem com a luz e a força para superar qualquer fraqueza do corpo que têm cura. Senhor, eu especificamente levantar-lhe as necessidades de:
(Aqui, mencionar os nomes dos animais que precisam de oração)
Sua bondade é ligada em todos os seres vivos e sua graça flui para todas as Tuas criaturas. A partir de nossas almas as boas energias, tocando cada um de nós com o reflexo do Seu amor. Conceder aos nossos companheiros animais especiais vidas longas e saudáveis. Dê-lhes um bom relacionamento com a gente, e se o Senhor decidir levá-los de nós ajuda-nos a entender que eles não estão mais conosco, mas apenas se aproximando do Senhor. Conceder a nossa oração por intercessão do bem São Francisco de Assis, que honrou Você em todas as criaturas. Dê a ele o poder de vigiar nossos amigos animais até que eles estão seguros com o Senhor na eternidade, onde temos a esperança de um dia se juntar a eles para sempre.
Amén.
Invocações gerais:
São Francisco de Assis, rogai por nós.
Santos. Cosme e Damião, rogai por nós.
St. Martin de Porres, rogai por nós.
Todos vocês, santos que amam o Senhor
e Suas pobres criaturas aqui na Terra, Rogai por nós!
(fonte: paws4prayer)

Oração a São Francisco para salvar ou encontrar um animal

São Francisco misericordioso
Peço ajuda para salvar/encontrar este animal
(Dizer o nome do animal)
Com a plenitude de tua compaixão,
Não permita que ele seja cruelmente tratado,
Nem que permaneça em cativeiro.
Peço ajuda a São Francisco,
Padroeiro dos animais,
Que me ajude a salvá-lo (ou encontrá-lo)
Em qualquer lugar da terra.
Em nome de São Francisco
Que está presente em toda parte,
Guia-me com teus olhos,
Para que possa salvá-lo (ou encontrá-lo).
Cuide para que
(Nome do animal)
Esteja a salvo!
Que assim seja,
Amém.

Fonte:catrangers

Cuidados especiais com cães e gatos no verão

A rotina de animais de estimação como banho, tosa, horários de passeio, a alimentação e os cuidados com a saúde merecem particular atenção no período mais quente do ano

Com a chegada do verão as temperaturas estão subindo e com elas aumenta nossa preocupação com o bem-estar dos animais domésticos. Assim como as pessoas os animais de estimação também precisam se adaptar ao calor e a umidade. Pequenas alterações na rotina garantem a saúde de cães e gatos. O médico veterinário, Marcelo Quinzani, esclarece que hirpertermia, infestações de ectoparasitas, picadas de mosquitos e pernilongos, viroses e doenças de pele são alguns dos problemas que acometem os animais nesse período.

Os cães não transpiram como nós. A respiração é a única forma de controlar o processo de refrigeração e manutenção da temperatura corpórea ideal. Por isso, quando submetidos a calor intenso ou situações de estresse os cães podem não ter condições de perder calor e entram num processo conhecido como hipertermia. “O primeiro sinal que o animal precisa de resfriamento é quando se mostra muito ofegante. No quadro de hipertermia a temperatura corporal pode atingir até 42º C, provocando vômitos, coagulação intravascular disseminada, edemas pulmonares, paradas cardíaca e até mesmo chegar ao estado de coma,” explica Quinzani.

Segundo o veterinário, os cães braquicéfalos ─ que tem o focinho curto, como os Bulldogs, Pugs, Boxers, Shitsus, Lhasas Apso, Boston entre outros, sofrem mais com as altas temperaturas devido à anatômica dificuldade de respirar e perder calor. “Por isso não devemos nunca submeter os cães a situações de intenso calor ambiental como banho e tosa, passear em horários muito quentes, ficar dentro de carros parados ou em viagem longas, e outras situações de estresse”, alerta ele. Nessa época do ano os animais devem ficar em ambiente agradável e sombreado, com água fresca disponível.”

Durante o verão também é mais comum a proliferação de pulgas e infestação por carrapatos. Nesse período os banhos devem ser menos freqüentes, pois diminuem o período de ação da maioria dos produtos usados no controle dos ectoparasitas. Neste caso, manter a pelagem do animal curta ajuda na visualização dos possíveis parasitas. “Na hora do banho é preciso observar se existe ou não a presença de parasitas, possíveis lesões por picadas, áreas avermelhadas pelo corpo ou mesmo hematomas” recomenda Quinzani. “No caso da presença de pulgas ou carrapatos deve se procurar um veterinário para fazer a indicação da aplicação dos preventivos e antiparasitários e de exames de sangue se necessário”

Os cães também sofrem com as picadas de insetos que, além de provocar incomodo, podem transmitir doenças como a leishmaniose e dirofilariose. Quinzani ressalta que as picadas normalmente ocorrem nas regiões sem pêlos – ponta de nariz, orelhas, ao redor dos olhos e abdômen – onde é possível visualizar as lesões de picadas com coceira intensa no local.

O veterinário lembra ainda que os ferimentos dos animais nunca devem ficar expostos, porque podem atrair moscas que depositam suas larvas, provocando infecções que trazem incomodo aos animais. “Além disso, moscas depositam suas lavar em pele integra, os conhecidos bernes”, alerta. “Em todos esses casos há a possibilidade de prevenção com coleiras e sprays repelentes, com controle dos mosquitos com telas nas janelas, controle de lixo e água parada e outros resíduos ambientais que possam atrair esses insetos.”

O período de chuvas também aumenta a incidência de leptospirose, doença transmitida pela urina de ratos disseminada por enxurradas e alagamentos. Para prevenir essa virose o animal deve ser vacinado regularmente. Animais que vivem em casa devem ter cuidados redobrados, por exemplo, no caso de roedores que podem transitar em busca de restos de alimentos, rações e mesmo fezes dos animais. “Se o animal entrar em contato com águas de inundação e apresentar sintomas como febre alta, apatia, diarréia e vômitos o encaminhamento médico deve ser imediato.”

O câncer de pele é outra preocupação. Cães e gatos que têm a pele muito clara – ou rosada – quando submetidos à exposição ao Sol também podem desenvolver sarcoma, que geralmente ocorre nas áreas sem pêlo. “As maiores vítimas são os animais albinos, gatos brancos, boxers brancos ou animais que, não totalmente brancos, tenham a ponta de nariz, orelhas, o entorno dos olhos e abdômen despigmentados”, recomenda Quinzani. “Esses animais não devem tomar banhos de sol, mas se a exposição for inevitável deve-se usar filtro solar nessas áreas”.

Fonte http://www2.uol.com.br/

Você Sabia? que alguns remédios humanos não podem ser dados ao seu pet?

VOCESABIARemedioAconteceu comigo, pode acontecer com você, indicação de vendedores em farmácias podem muitas vezes gerar problemas sérios na saúde do seu animal, o ideal sempre, é procurar ajuda veterinária. 

Remédios humanos podem ser letais em cães e gatos.

Você sabia que alguns remédios humanos não podem ser dados ao seu pet? Isso mesmo, medicar os animais domésticos por conta própria com medicamentos de humanos, ao invés de auxiliar no tratamento, pode causar intoxicação, alergias e levar o animal a óbito rapidamente.

Uno, um miniatura pinscher com três anos de idade, apresentou os sintomas comuns da intoxicação após ingerir 30 gotas de analgésico dadas por sua tutora. “A veterinária tinha indicado um remédio para ele tomar caso sentisse alguma dor. Pensando que seria a mesma coisa, dei um analgésico de uso humano. Depois que ele tomou percebi que uma reação estranha à medicação, vomitando muito, ficando molinho e com diarreia”. Aos primeiros sintomas que o cão apresentou, Simone resolveu levá-lo para a Clínica Veterinária Fauna, onde recebeu tratamento para desintoxicação. “Ele ficou em observação após ser medicado e depois de três dias estava bem. Hoje tenho trauma de medicá-lo. Lembro que fiquei muito assustada”, conta.

Gatos são ainda mais sensíveis e apresentam grande intolerância a medicamentos que são usados sem problemas em cães e humanos. “Não é raro um gato morrer ou correr sério risco de vida devido à intoxicação medicamentosa”, conta a veterinária.

 

Neste artigo vamos entender um pouco mais sobre este assunto e evitar qualquer tipo de erro futuro. Confira!

Apenas o veterinário pode receitar medicamento

Existem alguns medicamentos que são fabricados para humanos e que podem ser utilizados em animais, no entanto, devemos compreender que estes medicamentos só podem ser receitados por médicos veterinários. O profissional irá explicar a dosagem correta para o porte físico e peso de cada animal.

Por isso, para evitar qualquer risco de piorar o quadro de saúde do cachorro ou até mesmo causar a morte dele, a dica é evitar a medicação sem prescrição. Sempre que houver algum problema, a solução é sempre encaminhar o pet ao veterinário.

O médico veterinário é o único profissional qualificado e graduado para diagnosticar doenças e indicar o tratamento correto para o seu cachorro.

Sistema digestivo de cães e gatos

O sistema digestivo de cães e gatos é bastante semelhante com sistema digestivo dos seres humanos, no entanto, não funcionam exatamente da mesma forma.

A digestão de cães e gatos não possui a mesma capacidade de absorver e sintetizar os medicamentos, como ocorre naturalmente entre os humanos, como é o caso, por exemplo, de anti-inflamatórios e analgésicos.

Esses medicamentos causam lesão profunda no fígado dos cães e dependendo da dose pode ser letal para os gatos (animais mais sensíveis).

O medicamento também pode causar: anemia hemolítica, diarreia, vômitos, lesões hepáticas, necrose renal, entre outros problemas.

Problemas causados por anti-inflamatórios humanos

O anti-inflamatório tem como base o diclofenaco sódico, este medicamento causa graves sintomas gastrointestinais, sendo possível desenvolver problemas de úlceras perfurantes de estômago e duodeno.

De um modo geral os principais sintomas no animal são: vômitos, diarreia, fezes escuras com sangue, apatia e dor abdominal.

O medicamento errado ou mal aplicado pode fazer do problema inicial do cachorro se tornar algo secundário, em função das consequências de aplicar uma medicação errada.

Medicamentos proibidos para gatos

  • Acido acetil salicílico (Aspirina®)
  • Paracetamol (Tylenol®, Anador®)
  • Pseudoefedrina (Claritin®, Tylenol Sinus®, Loratadina®)
  • Salicilato de Bismuto (Pepto Bismol®, Peptozil ®)
  • Iboprofeno (Advil®)
  • Piroxican (Feldene®, Inflamene®)
  • Enema de Fosfato (Fleet Enema®)
  • Xampu a base de Alcatrão (Sebotrat -O®, Ionil T®, Politar®)
  • Xampu com Benzoato de Benzila (Acarsan®)
  • Xampu com Acido salicílico.
  • Xampu com Sulfeto de Selênio (Selsun Ouro®, Selsun Azul®)
  • Peroxido de Benzoila – usar com cautela (Peroxidex®, Sana Dog®, Pertopic®)
  • Piretróide (Antiparasitário como Butox® )
  • Levamisol (Ascaridil®)
  • Azatioprina (Imuram®)
  • Piridium®
  • Diclofenaco potássio (Cataflan®)
  • Diclofenaco sódico (Voltaren®)

Medicamentos proibidos para cães

  • Diclofenaco de potássio (Cataflan);
  • Diclofenaco sódico (Voltaren) e a maioria dos anti-inflamatórios de uso humano;
  • Piridium.

Medicamentos de uso restrito para cães

– Ivermectina (Ivermec, Vermectil, Ivomec, entre outros);

Obs: a ivermectina é muito utilizada em cães, com exceção das raças: collie, border collie, pastor de shetland, sheepdog, bearded collie, pastor australiano e todos os cruzamentos em comum com essas raças. Através de pesquisas foram relatadas sérias alterações neurológicas.

Medicamentos de uso controverso em cães

– Acetaminofem/paracetamol (Tylenol);
– 5- Fluororacil (Efurix): de uso tópico, caso ingerido causa grave intoxicação;
– Risperidona (Risperidon).

Medicamentos que requerem cuidado na dose para cães

– Metronidazol (Flagyl): dose alta causa sintomas neurológicos;
– Sulfa-Trimetroprina (Bactrim): dose alta causa displasia de medula óssea, levando a anemia e hepatopatia (em labradores);
– Sulfassalazina (Azulfin): pode causar olho seco em cães;
– Aspirina: dose muito abaixo do que a dada em humanos.

Deu medicamento humano ao cão, e agora?

Se o veterinário prescreveu o medicamento na dose e quantidade certa para o tamanho, idade, raça e peso de seu animal, não há do que se preocupar.

Caso você tenha o costume de automedicar o seu pet, a dica é parar de realizar este procedimento e leva-lo imediatamente ao veterinário (explique ao profissional quais foram os medicamentos aplicados, suas respectivas doses e seus motivos).

Uma ótima dica é ter uma agenda com todo o histórico de medicamentos (e doenças) de seu cachorro.

Procure medicar o seu cachorro com a orientação médica de um veterinário, do contrário, a atitude de automedicar pode fazer o seu cachorro ou gato pagar com a própria vida.

Se um animal de estimação come um remédio como posso fazer para que ele o coloque para fora?

Leve-o até o seu Medico Veterinário de confiança, para tratá-lo da melhor maneira. Não faça automedicações ou tente fazer com seu animal vomite, pois não funcionará da mesma maneira que o ser humano, ou seja, não adianta colocar seu dedo na garganta do seu animal para fazê-lo vomitar.

Como é possível saber o que pode ou não ser dado?

NÃO FAÇA AUTOMEDICAÇÃO. Dessa maneira poderá mascarar os sintomas e dificultar o diagnóstico da doença. O melhor a fazer caso, seu animal esteja doente, é sempre leva-lo a um Médico Veterinário

Um remédio inofensivo ao ser humano pode ser fatal a um animal?

Sim. Muitos medicamentos utilizados em humanos podem ser fatais à um animal, como por exemplo, os Diclofenatos ( Cataflan ® e Voltarem®), ou até mesmo um simples Tylenol® e Dipirona.

 

NÃO FAÇA USO DE AUTOMEDICAÇÃO PARA SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO.
Fontes pesquisadas: 

Você Sabia? Vacinação

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Você sabia que, cães e gatos, assim como nós, devem ter cuidados especiais com a saúde?

Além do acompanhamento veterinário, a carteira de vacinação atualizada, é possível ter o controle ideal sobre a saúde e vacinas do seu melhor amigo que mia ou que late.

A vacinação proporciona imunidade sobre várias doenças, ou seja, faz com que o organismo crie anticorpos necessários para que se um dia, o animal entrar em contato com a doença, ele esteja preparado para combatê-la.

Salientamos que, existem duas vacinas, ambas com suas importâncias, muitos confundem as dadas pelas campanhas periódicas da prefeitura. Na campanha a vacina dada é a Anti-rábica, obrigatória e protege contra a raiva; a vacina fornecida pelas clínicas veterinárias, também de forma anual, protege contra várias doenças que acomete cães e gatos, podendo levá-los a morte pela falta da mesma.

Para que os animais tenham uma vida saudável e longa devem receber todas as vacinas necessárias. O filhote que não receber a vacina tem uma grande probabilidade de contrair uma doença infecciosa e não atingir a idade adulta. Já os adultos podem adoecer em qualquer momento de sua vida, se não vacinados.

As doenças mais comuns e que mais matam nossos cães são: Leptospirose, Parvovirose, hepatite infecciosa, Cinomose, Coronavírus, Parainfluenza e Raiva, todas protegidas através da vacinação anual através das clinicas veterinarias.

As doenças que mais acometem os gatos são: Panleucopenia, Rinotraqueite, Calcivirose, Leucemia Felina e Raiva, todas protegidas através da vacinação anual através das clinicas veterinarias.

As vacinas necessárias para seu cão são:
V8 (Óctupla): Protege seu cão contra 8 doenças;

– Cinomose, Hepatite Infecciosa canina, Doença Respiratória causada por Adenovirus tipo 2, Coronavirose canina, Parainfluenza canina, Parvovirose canina e infecções por leptospira canina e Leptospira Icterohemorrhagiae.

Vacinas que podem ser administradas nos gatos são:

Quadrupla / Quíntupla: Protege seu felino contra 4 ou 5 doenças;

– Rinotraqueite, Calcivirose, Panleucopenia, Clamidiose e Leucemia felina (apenas na quintupla).

O programa de vacinação deve ter início a partir de 45 dias de vida dos filhotes e repetida anualmente nos adultos.

Lembre-se, a vacina só pode ser realizada por um MÉDICO VETERINÁIO que possui a vacina adequada. Animal com imunidade baixa, isto é, doente, não pode receber a imunização.-

http://portalcantu.com.br/colunistas-do-portal-cantu-parana/item/268-a-import%C3%A2ncia-da-vacina%C3%A7%C3%A3o-em-c%C3%A3es-e-gatos#sthash.w5mco4bt.dpuf
http://revistameupet.com.br/saude/importancia-da-vacinacao-em-caes-e-gatos/413/
http://www.royalcanin.com.br/newsletter/cao-filhote/as-primeiras-vacinas-de-seu-filhote
http://www.geracaopet.com.br/blog/vacina-para-cachorro/

Tutor Legal

Amigos,

A missão de ser um tutor legal , não é nada difícil, como não amar e não cuidar dos nosso filhos de pelos?

Procuramos sempre auxiliar e acompanhar de perto cada doação feita, então em caso de dúvida estamos prontos para ajudar você a se tornar o Tutor legal que que pet merece!