Conheça o santo protetor dos animais São Francisco de Assis

É comorado no dia 4 de outubro o dia do santo dos animaizinhos, São Francisco de Assis. Nascido na Itália, em 1182, Francisco Bernardone morreu em 3 de outubro de 1226. Sempre representado por pássaros em suas esculturas, além de ser santos dos animais, é também conhecido por ser padroeiro dos pobres.

Francisco era filho de ricos comerciantes, levava uma vida boêmia e foi preso aos 20 anos. Depois de ir à guerra e adoecer, com 26 anos, entrou na igreja de São Damião na Itália, que estava destruída. Lá ouviu o chamado de Cristo, pedindo para que restaurasse sua casa. E foi o que ele fez, reconstruiu a igreja pedra por pedra.

Sua jornada não terminou por ali. Anos depois, Francisco já era pregador e ao seu redor era comum ver pássaros e animais. O santo passou a tratar todas as criaturas como amigas. O sol e a Lua, ele os chamavam de irmão e irmã. Francisco era conhecido pelos votos de pobreza, humildade, bondade com os animais e o amor pela natureza. O santo foi canonizado em 1228 e seu culto é associado à “proteção dos animais”.

Além dos animais os outros padroados pelo santo são: a cidade de Assis, as associações de animais, aves, ecologistas e a Itália. E o atual papa da igreja católica, Francisco, leva o nome em homenagem ao padroeiro.

A oração de São Francisco de Assis é uma das mais conhecidas pelos fiéis e também é chamada de oração pela paz. Apesar não ter sido escrita por ele, foi atribuída ao santo pela simplicidade, pertinência e beleza que estão nas palavras, semelhante ao espirito franciscano.

Conheça a oração de São Francisco:

Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz

Onde houver ódio, que eu leve o amor

Onde houver ofensa, que eu leve o perdão

Onde houver discórdia, que eu leve a união

Onde houver dúvida, que eu leve a fé

Onde houver erro, que eu leve a fé

Onde houver desespero, que eu leve a esperança

Onde houver tristeza, que eu leve a alegria

Onde houver trevas, que eu leve a luz.

Ó mestre, fazei que eu procurei mais consolar do que ser consolado

Compreender que ser compreendido

Amar que ser amado

Pois, é dando que se recebe

É perdoando que se é perdoado;

E é morrendo que se vive

Para a vida eterna

 

Isabela Soares, acadêmica do 4° ano de jornalismo da Unicesumar