Outubro Rosa – Câncer de mama também afeta animais e preocupa veterinários

No mês da campanha ‘Outubro Rosa’, veterinários fazem alerta. Tratamento é simples e procedimentos, geralmente, são cirúrgicos.


Estamos no ‘Outubro Rosa’, movimento popular internacionalmente comemorado em todo o mundo, que simboliza a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Neste mês, anualmente, monumentos no mundo inteiro são iluminados com a cor rosa, simbolizando a luta contra a doença em seres humanos. O que pouco gente sabe é que muitos animais passam pelo mesmo problema e também sofrem com o tumor nas mamárias (neoplasias).

Segundo os veterinários, a cada dia que passa os animais de estimação estão vivendo por mais tempo, comendo rações com conservantes e, também, estão expostos à poluição do meio ambiente. Devido à soma desses fatores, os animais estão mais sujeitos a desenvolverem neoplasias.

Os tumores mamários são muito mais comuns em cães e gatos, mas outros animais também podem desenvolver a doença. Nos cães, na maioria dos casos, é tumores malignas. Já nos gatos, a maior parte dos tumores é malignos e altamente agressivos.

O tumor de mama é o segundo mais comum em cães e o mais comum em cadelas. Acometem, no geral, animais mais velhos (com cerca de 10 anos de idade), de preferência em animais que possuem todo o seu aparelho reprodutivo (inteiros) e animais que foram castrados após numerosos cios. Não há uma preferência por raça, todas estão sujeitas a esta neoplasia.

Segundo o médico veterinário oncologista, Bruno Baetas, que trabalha no Hospital Veterinário da cidade de Petrópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro, desde o início de 2012, cerca de 70 animais com tumores de mama foram atendidos no local. Neste mês de outubro sete novos casos foram registrados.

hanna petropolis (Foto: Bruno Baetas/Arquivo pessoal)

A cadela Hanna teve câncer de mama, passou por cirurgia e já está bem (Foto: Bruno Baetas/Arquivol)

Hanna, uma cocker spaniel, está entre os 77 bichos que apresentaram o tumor. Andrea Durmmond, jornalista, dona da cadela que tem nove anos, diz que é difícil saber que o seu bicho de estimação está com câncer.

Não é fácil, mas é possível. Queremos a Hanna livre do câncer. ” -Andrea Durmmond

” Quando Hanna completou 4 anos, os primeiros nódulos começaram a parecer na mama. A cada internação o risco de perdê-la parecia iminente. Mas resolvemos ajudá-la. A primeira cirurgia retirou o tumor maior e, a segunda, retirou o que estava do outro lado, os menores, útero e ovários, com a finalidade de diminuir a chance do câncer voltar”, disse.

Depois de ter passado por momentos de tensão, Andrea afirma que valeu à pena o sacríficio e que agora sua cadela está bem. ” Três meses depois está tudo bem. Ela não precisou de tratamento radio ou quimioterápico e não tem metástase, e assim torcemos e cuidamos para que continue, embora saibamos que não estamos seguros de nada”, complementou.

Prevenção
Segundo o veterinário Bruno Baetas, a principal forma de prevenção dos tumores de mama é a castração dos animais com até um ano de idade, preferencialmente antes do primeiro cio. Não fazer a utilização de anticoncepcionais e utilizar dietas balanceadas também estão entre as dicas.

Classificação
A classificação dos tumores se divide em benignos e malignos. Os tumores malignos são mais agressivos e fazem metástases (quando células tumorais ganham a corrente sanguínea ou linfática e se desenvolvem em outros órgãos) no caso dos tumores de mama o principal sítio de é o pulmão, segundo explicou o médico veterinário.

Tratamento
O tratamento dos tumores de mama é cirúrgico, ou seja, a extração cirúrgica das mamas. Outra modalidade terapêutica é a quimioterapia pré ou pós cirúrgica e a utilização de alguns medicamentos anti-inflamatórios.

Fonte: http://g1.globo.com/rj/

Novembro Azul

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Novembro Azul Animal é uma campanha educacional promovida pelo Irmão Animal com parceira com a Dra Simone Nascimento da BioDog, visando alertar sobre a importância da prevenção de doenças de Próstata onde Cães e Gatos também são acometidos. 
 
A campanha
Tendo como objetivo a conscientização dos tutores sobre a importância dos exames e cuidados que devemos ter com os nossos  pets, em relação ao câncer de próstata. Esta conscientização é de extrema importância para a sociedade, pois nem todos os tutores sabem dos reais cuidados que devem ter ao longo da vida dos pets para evitar a doença na velhice. 


Você sabe como o câncer de próstata atinge os animais? Quais os cuidados e tratamentos?
Dra Simone Nascimento reponde a estas perguntas: 

“Os pets, assim como os homens, merecem uma atenção especial quando estão na fase adulta, migrando para fase senil, pois, quando não são castrados, a próstata pode sofrer modificações por conta de hormônios e desenvolver o câncer.” 
 

Geralmente, os cães são acometidos na idade adulta, normalmente acima dos 8 anos de idade, não castrados, sem distinção de raça ou tamanho.


Dra Simone ainda explica que, com a idade os hormônios dos testículos começam a funcionar de forma irregular, estimulando a próstata a sofrer um aumento de tamanho e de forma, além de modificações em sua textura: 
“Um dos cuidados que devemos ter é sempre levar o pet ao médico veterinário, para consultas e exames periódicos, acompanhando sempre o estado clínico dele. O quanto antes a doença for detectada, maiores serão as chances e a velocidade de cura do pet.”
 
Esterilização
A melhor forma de prevenção é a Orquiectomia (procedimento cirúrgico para a castração para cães do sexo masculino). Além da castração, assim como falamos anteriormente, visitas periódicas ao médico veterinário é uma forma eficaz e segura de prevenção, para que sejam realizados exames de toque ou US (ultrassom na região perineal), que irão revelar se há evidências de alterações na próstata como aumento de tamanho, assimilaridade e rugosidade da glândula, entre outros indícios da doença.

A castração tem uma série de benefícios para os cães e para os animais em geral. Com a castração, a incidência de câncer de próstata diminui em até 90%, além de ajudar no controle comportamental de cães mais agressivos e dominantes e auxiliar no controle populacional de cães, que por muitas vezes acabam sendo abandonados nas ruas por conta de cruzamentos indesejados e posses não responsáveis.

O importante é termos a consciência de uma guarda responsável, cuidar de seu animal lhe oferecendo alimentação adequada e de boa qualidade, água fresca, um lugar confortável e protegido das intempéries, e periodicamente consultar um médico veterinário para manter a vacinação e vermifugação em dia, assegurando-lhe uma vida longa e saudável.

 
Texto escrito em parceria por:
Dra. Simone Nascimento, 
Médica Veterinária 
colaboradora da BioDog 
(empresa de petiscos caninos naturais)
 

Novembro Azul no mundo pet: atenções voltadas para o câncer de próstata em cães


​Animais machos não castrados podem chegar ao oitavo ano de vida com 80% de chance em desenvolver tumor na próstata

O homem não é o único ser que sofre com a doença de próstata. A chamada Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) também pode afetar os animais adultos não castrados. Um cão pode chegar à sua maturidade com 80% de chance em desenvolver a patologia, mas, diferente do homem, a probabilidade em desenvolver um tumor maligno é muito pequena. Apesar desse baixo risco, a HPB pode causar vários problemas para os cães, comprometendo a sua qualidade de vida e o seu bem-estar.

A próstata é uma glândula sexual acessória presente no homem, nos cães e em outros animais, localizada na pelve próxima à bexiga e que envolve parte da uretra. Isso significa que, de alguma forma, participa do processo reprodutivo e sofre influência dos hormônios sexuais produzidos nos testículos.

Quando os cães são castrados antes da puberdade, acabam por ter muito pouco tecido prostático, pois a ausência da produção de testosterona inibe o seu crescimento e, consequentemente, a formação de um tumor na glândula. A ausência da próstata não causa nenhum dano à saúde do cão, já que sua única função é o apoio nutricional aos espermatozóides.

Se a castração acontece na idade adulta, ou seja, quando o animal já tem a próstata em tamanho normal ou aumentada, o procedimento tende a diminuir em aproximadamente ¾ do tamanho normal da próstata em alguns meses.

O diagnóstico de Hiperplasia Prostática e/ou Prostatite pode ser realizado na avaliação clínica do animal utilizando o método de toque retal. Ao realizar esse exame, o médico veterinário é capaz de sentir a próstata e avaliar se está aumentada e/ou irregular. A confirmação se dá através do exame de ultrassom abdominal e de possível citologia, também guiada por ultrassom.

Os sintomas mais comuns de que algo não está bem com a próstata do animal são: desconforto no cão na região pélvica, dificuldade em urinar (urina em jatos finos demorando mais para esvaziar a bexiga) e muito esforço e dor ao defecar.

Quando a próstata aumenta de tamanho, ela empurra o reto para cima contra a pelve, diminuindo o espaço de passagem das fezes do intestino grosso para o reto. Nessa situação, o cão normalmente se estica para forçar a passagem das fezes, o que causa desconforto e dor se a próstata estiver inflamada. No caso de inflamação, é comum a presença de sangue na urina e infecções urinárias persistentes. Essa seria a causa mais comum de constipação e esforço fecal no cão macho não castrado.

Ainda, se a próstata estiver muito dolorida, o cão tende a caminhar de modo diferente e, muitas vezes, esses esforços constantes ao defecar podem causar o aparecimento de hérnia perineal (que seria um aumento de volume ao lado do ânus, causando muito mais dor e dificuldade em defecar e urinar).

O tratamento depende da origem do aumento de próstata, mas a castração do cão macho deve ser indicada para todos os cães em que este aumento foi notado, seguido ou não de tratamento com antibiótico, drenagem de cistos prostáticos e em alguns casos remoção cirúrgica da próstata.

Para finalizar, como a campanha Novembro Azul tem foco na prevenção, é importante alertar: mais de 90% das doenças prostáticas poderiam ser impedidas se os cães fossem castrados no primeiro ano de vida.

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*Marcelo Quinzani é médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care.

Você Sabia? que alguns remédios humanos não podem ser dados ao seu pet?

VOCESABIARemedioAconteceu comigo, pode acontecer com você, indicação de vendedores em farmácias podem muitas vezes gerar problemas sérios na saúde do seu animal, o ideal sempre, é procurar ajuda veterinária. 

Remédios humanos podem ser letais em cães e gatos.

Você sabia que alguns remédios humanos não podem ser dados ao seu pet? Isso mesmo, medicar os animais domésticos por conta própria com medicamentos de humanos, ao invés de auxiliar no tratamento, pode causar intoxicação, alergias e levar o animal a óbito rapidamente.

Uno, um miniatura pinscher com três anos de idade, apresentou os sintomas comuns da intoxicação após ingerir 30 gotas de analgésico dadas por sua tutora. “A veterinária tinha indicado um remédio para ele tomar caso sentisse alguma dor. Pensando que seria a mesma coisa, dei um analgésico de uso humano. Depois que ele tomou percebi que uma reação estranha à medicação, vomitando muito, ficando molinho e com diarreia”. Aos primeiros sintomas que o cão apresentou, Simone resolveu levá-lo para a Clínica Veterinária Fauna, onde recebeu tratamento para desintoxicação. “Ele ficou em observação após ser medicado e depois de três dias estava bem. Hoje tenho trauma de medicá-lo. Lembro que fiquei muito assustada”, conta.

Gatos são ainda mais sensíveis e apresentam grande intolerância a medicamentos que são usados sem problemas em cães e humanos. “Não é raro um gato morrer ou correr sério risco de vida devido à intoxicação medicamentosa”, conta a veterinária.

 

Neste artigo vamos entender um pouco mais sobre este assunto e evitar qualquer tipo de erro futuro. Confira!

Apenas o veterinário pode receitar medicamento

Existem alguns medicamentos que são fabricados para humanos e que podem ser utilizados em animais, no entanto, devemos compreender que estes medicamentos só podem ser receitados por médicos veterinários. O profissional irá explicar a dosagem correta para o porte físico e peso de cada animal.

Por isso, para evitar qualquer risco de piorar o quadro de saúde do cachorro ou até mesmo causar a morte dele, a dica é evitar a medicação sem prescrição. Sempre que houver algum problema, a solução é sempre encaminhar o pet ao veterinário.

O médico veterinário é o único profissional qualificado e graduado para diagnosticar doenças e indicar o tratamento correto para o seu cachorro.

Sistema digestivo de cães e gatos

O sistema digestivo de cães e gatos é bastante semelhante com sistema digestivo dos seres humanos, no entanto, não funcionam exatamente da mesma forma.

A digestão de cães e gatos não possui a mesma capacidade de absorver e sintetizar os medicamentos, como ocorre naturalmente entre os humanos, como é o caso, por exemplo, de anti-inflamatórios e analgésicos.

Esses medicamentos causam lesão profunda no fígado dos cães e dependendo da dose pode ser letal para os gatos (animais mais sensíveis).

O medicamento também pode causar: anemia hemolítica, diarreia, vômitos, lesões hepáticas, necrose renal, entre outros problemas.

Problemas causados por anti-inflamatórios humanos

O anti-inflamatório tem como base o diclofenaco sódico, este medicamento causa graves sintomas gastrointestinais, sendo possível desenvolver problemas de úlceras perfurantes de estômago e duodeno.

De um modo geral os principais sintomas no animal são: vômitos, diarreia, fezes escuras com sangue, apatia e dor abdominal.

O medicamento errado ou mal aplicado pode fazer do problema inicial do cachorro se tornar algo secundário, em função das consequências de aplicar uma medicação errada.

Medicamentos proibidos para gatos

  • Acido acetil salicílico (Aspirina®)
  • Paracetamol (Tylenol®, Anador®)
  • Pseudoefedrina (Claritin®, Tylenol Sinus®, Loratadina®)
  • Salicilato de Bismuto (Pepto Bismol®, Peptozil ®)
  • Iboprofeno (Advil®)
  • Piroxican (Feldene®, Inflamene®)
  • Enema de Fosfato (Fleet Enema®)
  • Xampu a base de Alcatrão (Sebotrat -O®, Ionil T®, Politar®)
  • Xampu com Benzoato de Benzila (Acarsan®)
  • Xampu com Acido salicílico.
  • Xampu com Sulfeto de Selênio (Selsun Ouro®, Selsun Azul®)
  • Peroxido de Benzoila – usar com cautela (Peroxidex®, Sana Dog®, Pertopic®)
  • Piretróide (Antiparasitário como Butox® )
  • Levamisol (Ascaridil®)
  • Azatioprina (Imuram®)
  • Piridium®
  • Diclofenaco potássio (Cataflan®)
  • Diclofenaco sódico (Voltaren®)

Medicamentos proibidos para cães

  • Diclofenaco de potássio (Cataflan);
  • Diclofenaco sódico (Voltaren) e a maioria dos anti-inflamatórios de uso humano;
  • Piridium.

Medicamentos de uso restrito para cães

– Ivermectina (Ivermec, Vermectil, Ivomec, entre outros);

Obs: a ivermectina é muito utilizada em cães, com exceção das raças: collie, border collie, pastor de shetland, sheepdog, bearded collie, pastor australiano e todos os cruzamentos em comum com essas raças. Através de pesquisas foram relatadas sérias alterações neurológicas.

Medicamentos de uso controverso em cães

– Acetaminofem/paracetamol (Tylenol);
– 5- Fluororacil (Efurix): de uso tópico, caso ingerido causa grave intoxicação;
– Risperidona (Risperidon).

Medicamentos que requerem cuidado na dose para cães

– Metronidazol (Flagyl): dose alta causa sintomas neurológicos;
– Sulfa-Trimetroprina (Bactrim): dose alta causa displasia de medula óssea, levando a anemia e hepatopatia (em labradores);
– Sulfassalazina (Azulfin): pode causar olho seco em cães;
– Aspirina: dose muito abaixo do que a dada em humanos.

Deu medicamento humano ao cão, e agora?

Se o veterinário prescreveu o medicamento na dose e quantidade certa para o tamanho, idade, raça e peso de seu animal, não há do que se preocupar.

Caso você tenha o costume de automedicar o seu pet, a dica é parar de realizar este procedimento e leva-lo imediatamente ao veterinário (explique ao profissional quais foram os medicamentos aplicados, suas respectivas doses e seus motivos).

Uma ótima dica é ter uma agenda com todo o histórico de medicamentos (e doenças) de seu cachorro.

Procure medicar o seu cachorro com a orientação médica de um veterinário, do contrário, a atitude de automedicar pode fazer o seu cachorro ou gato pagar com a própria vida.

Se um animal de estimação come um remédio como posso fazer para que ele o coloque para fora?

Leve-o até o seu Medico Veterinário de confiança, para tratá-lo da melhor maneira. Não faça automedicações ou tente fazer com seu animal vomite, pois não funcionará da mesma maneira que o ser humano, ou seja, não adianta colocar seu dedo na garganta do seu animal para fazê-lo vomitar.

Como é possível saber o que pode ou não ser dado?

NÃO FAÇA AUTOMEDICAÇÃO. Dessa maneira poderá mascarar os sintomas e dificultar o diagnóstico da doença. O melhor a fazer caso, seu animal esteja doente, é sempre leva-lo a um Médico Veterinário

Um remédio inofensivo ao ser humano pode ser fatal a um animal?

Sim. Muitos medicamentos utilizados em humanos podem ser fatais à um animal, como por exemplo, os Diclofenatos ( Cataflan ® e Voltarem®), ou até mesmo um simples Tylenol® e Dipirona.

 

NÃO FAÇA USO DE AUTOMEDICAÇÃO PARA SEUS ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO.
Fontes pesquisadas: 

Você sabe o que é FELV?

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Há quinze dias nos deparamos com a doença de uma felina muito amada e muito nova sendo acometida pela sorrateira FELV. Para os que não conhecem, FELV ou Leucemia Felina é uma doença que compromete o sistema imunológico do animal hospedeiro, interferindo na sua capacidade de combater infecções, predispondo o organismo a uma variedade de doenças secundárias recidivantes ou persistentes.

Após a realização do exame de sangue da Branca constatar FELV positivo, foram realizadas pesquisas com as clínicas veterinárias que nos assistem, onde fomos informados do aumento de casos de animais com a doença: “Por semana temos atendido em média 3 felinos portadores de FELV” diz a veterinária.

A transmissão da FELV é feita de forma simples o que acaba proliferando os casos e os riscos aos felinos que dão a famosa “voltinha na rua”: através da saliva, secreções nasais e lacrimais, urina e fezes de gatos portadores. Um gato saudável pode se infectar após lambedura mútua com outro doente ou através de fômites (como calçados contaminados). Os filhotes de gatas infectadas também podem nascer infectados por meio de contaminação transplacentária ou adquirir o vírus durante a amamentação.

Acontecendo a infecção por FELV, gatos com o sistema imunológico competente podem combater e eliminar o vírus ainda no estágio inicial.

Prevenção

Para gatos, com nove semanas ou mais velhos, segundo orientação recebida pela clinica veterinária, que, eles devem receber duas doses de vacina polivalente v5 com intervalos de 21 a 30 dias entre elas após ter feito o exame de FELV com resultado negativo.

Esta vacina é bem recomendada principalmente para gatos que saem à rua, o que facilita o contato com gatos doentes, e a infecção pelo vírus. Recomenda-se esta vacinação em substituição a V4, seguida de uma revacinação anual.

A vacina V5 é a mais completa do mercado e previne contra mais cinco doenças importantes além da Leucemia Felina, são elas: Rinotraqueíte, Calicivirose, Clamidiose, Panleucopenia Felina.

Como descobrir se o gato é portador

A única forma de descobrir é fazendo o exame de sangue específico para diagnosticar FIV e FELV. O exame de sangue comum não detecta os vírus e não pode ser usado para excluir a possibilidade de o gato ser portador. Muitos gatos com FIV ou FeLV simplesmente ficam doentes com mais frequência, mas muitos outros são assintomáticos, por isso todos os gatos, saudáveis ou não, devem ser testados ao menos um vez na vida.

Você Sabia? Vacinação

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Você sabia que, cães e gatos, assim como nós, devem ter cuidados especiais com a saúde?

Além do acompanhamento veterinário, a carteira de vacinação atualizada, é possível ter o controle ideal sobre a saúde e vacinas do seu melhor amigo que mia ou que late.

A vacinação proporciona imunidade sobre várias doenças, ou seja, faz com que o organismo crie anticorpos necessários para que se um dia, o animal entrar em contato com a doença, ele esteja preparado para combatê-la.

Salientamos que, existem duas vacinas, ambas com suas importâncias, muitos confundem as dadas pelas campanhas periódicas da prefeitura. Na campanha a vacina dada é a Anti-rábica, obrigatória e protege contra a raiva; a vacina fornecida pelas clínicas veterinárias, também de forma anual, protege contra várias doenças que acomete cães e gatos, podendo levá-los a morte pela falta da mesma.

Para que os animais tenham uma vida saudável e longa devem receber todas as vacinas necessárias. O filhote que não receber a vacina tem uma grande probabilidade de contrair uma doença infecciosa e não atingir a idade adulta. Já os adultos podem adoecer em qualquer momento de sua vida, se não vacinados.

As doenças mais comuns e que mais matam nossos cães são: Leptospirose, Parvovirose, hepatite infecciosa, Cinomose, Coronavírus, Parainfluenza e Raiva, todas protegidas através da vacinação anual através das clinicas veterinarias.

As doenças que mais acometem os gatos são: Panleucopenia, Rinotraqueite, Calcivirose, Leucemia Felina e Raiva, todas protegidas através da vacinação anual através das clinicas veterinarias.

As vacinas necessárias para seu cão são:
V8 (Óctupla): Protege seu cão contra 8 doenças;

– Cinomose, Hepatite Infecciosa canina, Doença Respiratória causada por Adenovirus tipo 2, Coronavirose canina, Parainfluenza canina, Parvovirose canina e infecções por leptospira canina e Leptospira Icterohemorrhagiae.

Vacinas que podem ser administradas nos gatos são:

Quadrupla / Quíntupla: Protege seu felino contra 4 ou 5 doenças;

– Rinotraqueite, Calcivirose, Panleucopenia, Clamidiose e Leucemia felina (apenas na quintupla).

O programa de vacinação deve ter início a partir de 45 dias de vida dos filhotes e repetida anualmente nos adultos.

Lembre-se, a vacina só pode ser realizada por um MÉDICO VETERINÁIO que possui a vacina adequada. Animal com imunidade baixa, isto é, doente, não pode receber a imunização.-

http://portalcantu.com.br/colunistas-do-portal-cantu-parana/item/268-a-import%C3%A2ncia-da-vacina%C3%A7%C3%A3o-em-c%C3%A3es-e-gatos#sthash.w5mco4bt.dpuf
http://revistameupet.com.br/saude/importancia-da-vacinacao-em-caes-e-gatos/413/
http://www.royalcanin.com.br/newsletter/cao-filhote/as-primeiras-vacinas-de-seu-filhote
http://www.geracaopet.com.br/blog/vacina-para-cachorro/

Você Sabia? Toxoplasmose a culpa não é do gato

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Você sabe o que é a Toxoplasmose? 

É uma infecção parasitária causada por um protozoário, o Toxoplasma gondii.

A toxoplasmose pode ser adquirida pela ingestão de alimentos contaminados — em especial carnes cruas ou mal passadas, principalmente de porco e de carneiro, e vegetais que abriguem os cistos do Toxoplasma, por terem tido contato com as fezes de animais hospedeiros ou material contaminado por elas mesmas.

 

A culpa não é do gato

Agora a surpresa para você: Apenas UM POR CENTO isso mesmo 1% dos gatinhos transmite a toxoplasmose e, para isso, eles precisam estar doentes e, principalmente, na fase de eliminação dos oocistos. O gatinho contrai o toxoplasma quando come carne crua ou mal passada ou, ainda, se ele comer insetos, ratos, lagartixas que contenham cistos do protozoário. É importante saber que adquirir toxoplasmose de gatos é muito raro e o animalzinho não é a principal fonte de transmissão.

 

Geralmente, o gato que contraiu toxoplasmose, irá eliminar os oocistos (“ovinhos” do toxoplasma) apenas uma única vez e por apenas 15 dias durante toda a sua vida. Esta eliminação ocorre 10 dias após o gatinho ter sido infectado. Para que você se contamine com o toxoplasma, você precisa comer a forma infectante, que nada mais são que os ovinhos germinados presentes nas fezes do gato contaminado. Ou seja, você precisa que as fezes do gato tenham contato com sua boca. E tem mais, as fezes do gato infectado precisam ter contato com sua boca depois de 48 horas que o gato tenha defecado, caso contrário, os “ovinhos não germinam” e o ciclo não se completa!

Vale lembrar que os gatos são animais extremamente limpos. Eles têm o habito de enterrar seus dejetos e se limpar várias vezes ao dia. Estudos mostram que é impossível você contrair toxoplasmose beijando ou acariciando seu gatinho. Portanto, fique tranqüila!  Seu gatinho não lhe representa nenhum perigo! Ahhhh, já estava esquecendo, não se contrai toxoplasmose através da lambida, mordida ou arranhões de gato.

  

Pombos e Outros Animais

Os pombos também já levaram a culpa de transmitir toxoplasmose. Assim como os pombos, outros animais (rato, coelho, tartaruga, iguana, porquinho da índia etc.)  também são e foram perseguidos! Tanto os pombos como qualquer animal pode transmitir toxoplasmose. Para isso, é necessário que esses animais estejam infectados (com cistos de toxoplasma em seus tecidos corpóreos) e você coma a carne crua ou mal passada desses animais.

Portanto, se você não come pombos crus ou mal passados, fique tranqüila, eles não representam nenhum risco de lhe transmitir toxoplasmose.

Como Você Realmente se Infecta

Agora sim, a parte que ninguém fala, mas que é a mais importante!

As principais formas de contaminação ocorrem pela ingestão de carne crua ou mal passada e pela ingestão de legumes, verduras e frutas mal lavadas.

Não é a toa que a maior concentração de pessoas positivas para toxoplasmose do mundo está em Erechim/RS (onde o consumo de carne de porco é enorme). Depois de Erechim, podemos citar Portugal, onde é extremamente comum o consumo de embutidos.

A OMS estima que 50 a 60% da população mundial adulta está infectada com toxoplasmose. Isso se deve ao fato de terem tido contato com o toxoplasma. Não quer dizer que essas pessoas estão doentes. Elas apenas possuem anticorpos contra a doença. O problema ocorre em pessoas que estão fraquinhas (com o sistema imune deprimido). Nestes casos, os sintomas da toxoplasmose podem aparecer. Em pessoas saudáveis geralmente os sintomas não aparecem ou passam desapercebidos. Outra situação delicada é quando uma mulher nunca teve contato com o toxoplasma (soronegativa para toxoplasmose) e engravida. Principalmente, durante os 3 primeiros meses de gestação, se a mamãe se infectar e não tiver o tratamento adequado, pode ocorrer a transmissão do toxoplasma para o feto, acarretando problemas para ele. Portanto, se você é soropositiva e está grávida, não precisa se preocupar. Agora, se você é soronegativa, basta ter alguns cuidados, como veremos a seguir.

  

Resumindo

Por aqui já dá para entender que, para uma pessoa se contaminar através do gato, é necessário que o gato esteja realmente doente, eliminando os oocistos, a caixinha de areia esteja suja e sem limpar por, no mínimo 24horas, e a pessoa mexa nas fezes e depois leve a mão suja à boca, ingerindo assim os oocistos esporulados do toxoplasma. Poxa… isso é um tanto quanto difícil de acontecer com pessoas com o mínimo de higiene, não é mesmo?

Se já sabemos como ocorre a contaminação, fica fácil evitar… Vamos lá:

 

Cuidados gerais

– Lave as mãos antes de comer ou beber;

– Lave as mãos após a manipulação de carne e alimentos;

– Não tome leite sem antes fervê-lo;

– Não tome água de origem desconhecida;

– Não coma carne crua ou mal passada e nem verdura, legumes e frutas mal lavados;

– Não coma embutidos não fiscalizados, de procedência duvidosa;

– Use luvas ao limpar a caixa sanitária de gatos e/ou quando for mexer com jardinagem;

– Se você for vegetariano, já não precisa se preocupar com carnes cruas ou mal passadas, mas tenha muita atenção nas frutas, legumes e verduras bem lavadas.

Cuidados com o gatinho

– Não o alimente com carne crua ou mal passada;

– Limpe a caixa sanitária 2x ao dia;

– Desinfete a caixa sanitária e a pá com água fervendo por 5 minutos diariamente (se o gatinho estiver doente);

– Evite que seu gatinho tenha acesso à rua (assim evita que ele cace ratinhos, baratas, lagartixas ou então que ele coma alimentos duvidosos);

– Mantenha seu gatinho vacinado e vermifugado;

– Leve seu gatinho frequentemente ao veterinário.

Cuidados com outros animais

– Estoque alimentos e ração adequadamente evitando o acesso de insetos (insetos podem “carregar” o oocisto esporulado até a ração. Se o animal ingerir a ração contaminada ele irá se infectar com o toxoplasma).

  

Portanto eu Repito em Alto e Bom Tom

SEJA FELIZ COM SEU GATINHO, ELE DEFINITIVAMENTE NÃO REPRESENTA NENHUM PERIGO PARA VOCÊ, POIS BEIJÁ-LO, ABRAÇÁ-LO, ACARICIÁ-LO, BRINCAR E DORMIR COM ELE NÃO TRANSMITE TOXOPLASMOSE.

  euAliceSnow

Fontes pesquisadas: 

PEA – Dra. Gabriela Toledo, Médica Veterinária – CRMV-SP 28.659 Presidente da PEA www.pea.org.br, Gestante de 5 meses em 09/12/11

http://drauziovarella.com.br/letras/t/toxoplasmose/

http://noticias.uol.com.br/saude/ 

http://www.worldanimalprotection.org.br/

Você Sabia?

Amigos,

Montamos uma séria do você Sabia, com curiosidades a respeito dos nossos melhores amigos, para acessar cliquem nos links abaixo e fiquem sabendo mais sobre os assuntos abordados.

Boa leitura!

vcSabiaPreto
VOCeSabiaEsporo
VOCESABIA_toxo
VOCESABIA_Vacina

VOCSABIA_FELV

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Você sabia? Existe preconceito na pelagem

Que os pretinhos básicos, os cães ou gatos pretos não são tão frequentemente adotados como os cães com pelo de outras cores? Infelizmente estes peludos sofrem preconceito, e normalmente, são os últimos a serem escolhidos entre os animais que estão na fila para adoção.

vcSabiaPreto

​E por que isso acontece? Bom, não há uma razão racional para que um ser humano discrimine um cão – ou não queira adotá-lo – simplesmente pelo fato de ele ser preto.

Em estudos e pesquisas realizadas, existem pessoas que associam a pelagem preta a animais violentos. A ANDA informa que esses animais frequentemente são retratados pela mídia (em especial, a TV e o cinema) como agressivos ou maus, o que colabora para reforçar o preconceito (Fonte: ANDA). Além disso, há muitas crenças infundadas sobre azar e superstições na cultura popular.

Nenhuma das razões justifica o preconceito. Animais pretinhos são tão amáveis e queridos quanto o branco ou amarelo, podem ser tão dóceis como os outros peludos. No site Animais respeito, duas voluntárias têm seus pretinhos adoráveis! Conversando sobre o assunto na internet, descobrimos vários tutores que adoram cachorrinhos e gatinhos pretos e contribuem para acabar com o preconceito. Temos um post sobre o assunto: leia aqui.

Nunca é demais lembrar que há gente que usa animais para rituais. Irmão Animal efetou resgates em situações de gatos pretos serem oferecidos em oferendas, graças a Deus, chegamos a tempo e ele foi adotado!

Quem tem um pretinho amado?

Quem quer ter um Pretinho Básico e mudar esta realidade? Nossos candidatos para vencer o preconceito seguem abaixo:

 

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Você sabia? Esporotricose tem cura

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Você sabia, que a esporotricose ocorre com maior freqüência em pessoas que lidam com o solo e vegetais contaminados com o fungo Sporothrix schenckii?

Sabia que ela também é conhecida como a doença do jardineiro devido a isso?

O fungo, Sporothrix schenckii, é muito comum em áreas de clima úmido e temperado. Os profissionais que correm mais risco são os jardineiros, floristas, horticulturistas e agricultores, embora exista relato de pessoas que se contagiaram trabalhando em áreas de pouca higiene.

A esporotricose também pode surgir em animais que tenham contato com plantas infectadas com o fungo ou em brigas com outros animais já contaminados, por isso uma boa solução é castrar seu animalzinho para evitar saídas por fêmeas no cio e, conseqüentemente, evitar as brigas e proteger de doenças.

Adivinhar onde o fungo está instalado é impossível, daí o melhor a fazer é previnir, estar sempre com luvas ao entrar em contato com jardins, hortas, solos etc. Há algum tempo, esta doença também era conhecida como a “doença da roseira” devido à infecção por corte de espinhos das plantas contaminadas.

A esporotricose pode ser curada de maneira fácil, como qualquer outra doença,ninguém precisa ser sacrificado por conta dela. O sinal mais comum da doença é o surgimento de um caroço avermelhado, dolorido, que vira uma ferida que não cicatriza e aumenta em número e tamanho. Nos animais os sintomas são os mesmos, em algumas pessoas podem surgir inchaço, vermelhidão e dor nas juntas. O tratamento pode durar de dois a seis meses, numa pessoa que tenha defesa normal a cura é total.

Segundo a Drª Andréa Lambert, muitas espécies, incluindo cavalos, gatos, cães, animais silvestres e o próprio homem podem adquirir esta doença através de pequenos ferimentos no contato com plantas contaminadas e a infecção ocorre quando há inoculação do fungo no tecido subcutâneo por meio de pequenos traumatismos. Ainda para a doutora, não há nenhuma razão para que um animal infectado seja perseguido, maltratado e eutanasiado, pois a esporotricose tem cura e quanto mais rápido o tratamento, mais fácil é a recuperação do animalzinho.

A transmissão da doença dos animais para o ser humano não é aceita por todos os autores, assim como a transmissão de pessoa para pessoa também não o é por outros tantos, mas é necessário que se tenha o cuidado de tratar corretamente os animais infectados e o homem para que a doença não se alastre desnecessariamente.

Cuidados

Caso seu peludo esteja infectado:

• Procurar um veterinário imediatamente;

• Manter seu animalzinho isolado e dentro de casa;

• Manusear seu animalzinho sempre com luvas, desinfetando com água sanitária o local onde ele esteja;

• Não interromper o tratamento prescrito pelo veterinário até que o mesmo dê alta ao seu bichinho.

Quanto ao homem, se infectado, o caminho mais acertado é uma consulta a um dermatologista, que é o especialista indicado para diagnosticar as lesões que aparecem na pele. Como podem ver, a esporotricose não é motivo para sacrificar ninguém, caso contrário, não teríamos quem plantasse, colhesse, limpasse, construísse etc.

Higiene é a palavra-chave para que muitas zoonoses desapareçam do planeta. Povo limpo é povo desenvolvido e saudável. Exijam que seus municípios sejam tratados corretamente, afinal, os impostos que pagamos têm que servir ao povo e não servir para enriquecer prefeitos desonestos, a dengue que o diga!

Fontes:
Andréa de Jesus Lambert – médica veterinária CRMV-RJ 3123
Fátima Borges – Professora de Português e Teatro Infantil, Colunista, Artista Plástica e Poetisa.
http://www.unirio.br/ccbs/revista/cadbra2001/doen%E7a%20infecciosa.htm
http://www.sbdrj.org.br/epidemia_de_espo
http://www.floraisecia.com.br/detalhe_artigo.php?id_artigo=488
http://www.manualmerck.net/?id=211&cn=1787