UM DIA SEU CACHORRO VAI MORRER

Os que amam verdadeiramente seus animais, este é um momento doloroso se se pensar.
A Despedida.

Uma homenagem aos que partiram, uma tentativa de reflexão aos que ainda estão ao nosso lado… será que temos feito tudo aquilo que merece nosso peludo? temos dado a ele, tudo que merece o seu melhor amigo?

Em dia ele se vai e que sensação ficará? de ter dado todo o possível, ou aquela sensação de ter feito pouco, de não ter proporcionado ao seu peludo o que ele merecia…

Assistam, se emocionem e compartilhem para que todos reflitam sobre a passagem dos nossos irmãos menores.

UM DIA SEU CACHORRO VAI MORRER – IRMÃO ANIMAL

PRODUÇÃO:
Vídeo institucional produzido por Freedom Studio Design.
Facebook: www.facebook.com/freedomstudiodesign
Modelos Juliana Silva e sua linda Hanny adotada;
Narração Juliana Silva.
Edição Jonas Rosa.

Nosso agradecimento a todos.
Irmão Animal Petrópolis

Não Abandone!

​Nos envie fotos que postamos no facebook e também no site.

Envie a historia do peludo, com foto e tel de contato por email  contatos@irmaoanimal.com que postaremos para adoção.

Obrigado a todos pela ajuda e apoio de sempre.

Irmão Animal Petrópolis

http://irmaoanimal.com
https://www.facebook.com/irmaoanimal
http://caespetropolis.wordpress.com – Animais para Adoção em Petrópolis

http://procuramospet.wordpress.com – Animais Perdidos e Achados em Petrópolis

ღ●๋•°’ RESPEITAR os animais é DEVER de todos … AMÁ-LOS é umPRIVILÉGIO de poucos!!! ღ●๋•°'”

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Caixa de Papelão

Nunca tive tanto medo como tenho hoje de caixa de papelão. Em noites frias em dias de chuva nem se fala.
Sim isso mesmo, nada de barata nem de insetos, mas caixa de papelão… caixas me gelam por dentro. Me arrepia a alma e me faz ir até seu encontro para ver seu conteúdo.
Bem fechadas encostadas nas ruas, nos cantos, nos remetem a tristes lembranças e nos assombram com memórias antigas.

Quantas ninhadas foram encontradas assim desta forma no lixo, como lixo.

Vida exposta e posta em portão de clinicas veterinárias esperando pelo milagre, esperando o socorro.. que nunca chegou…
Aquele animal deixado na caixa da porta da clinica, passou frio, fome, medo, sem entender viu-se desfalecer em horas se perguntando o que está acontecendo…

Vidas descartadas a própria sorte, muitos ainda sem enxergar e com cordão umbilical..

A caixa com a ninhada indesejada, não resistiu a noite fria da solidão, do medo e a noite gélida da madrugada e do coração de quem ali o pôs…

Em caixas, sacos plásticos, amarrados a própria sorte, filhotes, adultos, doentes e idosos, vimos crueldades como estas e de todos os tipos.

Ninguém é obrigado a ter um animal, mas quando assume ele na sua vida e na vida de sua família, é como um filho, um pai, um casamento, é compromisso de cuidar na saúde e na doença, responsabilidade no tutorado desta vida.

Pense e reflita antes de descartar vidas…

Que Deus abençoe aos tutores de verdade que temos oportunidade de conhecer.

Foto: Lucas único sobrevivente de um descarte no lixo. Seus irmãos adoeceram e não resistiram.

QUAL A MELHOR VACINA V8 OU V10?

Para quem adota um filhote de cachorro, uma das primeiras providências a serem tomadas para a saúde do animal é dar as vacinas iniciais. Como são várias proteções diferentes que eles precisam para formar a sua imunidade, foram elaboradas vacinas compostas. Estas vacinas podem proteger o seu cãozinho de até sete doenças, e ter até oito sorovares da bactéria leptospira. Esse é o significado do número nas famosas vacinas V8, V10, V12 e etc.

Mas qual a melhor vacina? V8 ou V10, ou quem sabe quanto mais sorovares melhor? A resposta mais adequada a esta pergunta é: depende. E a seguir explicaremos o porquê deste posicionamento.

É importante esclarecer que o objetivo desse post, que não está sendo escrito por um veterinário, é esclarecer a eficácia dessas vacinas para os cães. Para isso, fizemos uma pesquisa em sites especializados e consultamos pessoas que têm experiência no cuidado com animais, Protetoras, ou cachorreiras de modo geral.

O que a V8 efetivamente protege nos animais:

  • Cinomose;
  • Hepatite Infecciosa Canina;
  • Adenovirose;
  • Coronavirose;
  • Parainfluenza Canina;
  • Parvovirose;
  • Leptospirose canina.

A V10, V11, V12 e etc incluem outros sorovares da bactéria leptospira. E, embora isso pareça bom, na verdade pode ser em vão. Isto porque cada região tem mais probabilidade para um ou outro tipo. São mais de 250 tipos existentes, e o que reúnem nessas vacinas são aqueles com maior probabilidade, de acordo com a região.

Sendo assim, pode acontecer de uma V14 ser aplicada em um animal para protegê-lo de uma bactéria a qual ele nem esteja exposto. Nestes casos o dono do animal gasta mais dinheiro para nada, e ainda expõe desnecessariamente o seu cachorro.

O mais indicado é procurar um veterinário de confiança. Ele deve saber quais sorovares de Leptospira são mais comuns na sua região. Você não precisa e não deve encher seu animal de vacinas desnecessárias. Todas as vacinas oferecem risco de efeitos colaterais. Algumas, como a vacina contra Leishmaniose, são muito doloridas e podem deixar os cães debilitados por até três dias. Então, se o seu cãozinho não precisar tomar uma vacina, não aplique.

E Lembre-se: quanto maior o “V” mais alto o preço da vacina! E aqui temos outra questão a ser observada, a ética dos profissionais e das clínicas. É preciso estar atento, e em caso de dúvida, o melhor é procurar outro veterinário para o seu animal de estimação. A saúde dos animais deve estar acima dos lucros!

FONTES:
Saúde Canina
Pet Dicas
Blog Mundo Cão

Castração um ato de amor

Verdades e Mentiras sobre a castração de animais:

castracao

CASTRAÇÃO A BAIXO CUSTO PARA ANIMAIS DE RUA/RESGATADOS DAS RUAS:

Abaixo estão alguns dos médicos veterinários que, conscientes da responsabilidade social em torno da problemática de cães e gatos que vivem abandonados pelas ruas (responsabilidade essa que é de todos nós), realizam castração (esterilização) e/ou atendimentos a baixo custo para animais de rua/resgatados das ruas, em Petrópolis RJ).

Ligue e agende um horário – PEÇA POR CIRURGIA DE CASTRAÇÃO A BAIXO CUSTO PARA ANIMAIS DE RUA/RESGATADOS DAS RUAS:

 

CLÍNICA VETERINÁRIA CANTINHO DOS BICHOS

Veterinária: Dra. Daiani

Endereço: Rua Hívio Naliato, 951 – Samambaia – Petrópolis/RJ

Telefones: 2280-0843 – (24) 9236-4581

 

CLÍNICA VETERINÁRIA PATAS E PELOS – 24H

Endereço:Rua Quissamã, 1227 – Quissamã, Petrópolis – RJ

Telefones: (24) 2237-3319

 

HOSPITAL VETERINÁRIO DE CORRÊAS – 24H

Endereço:Est União e Indústria, 4399 – Correas, Petrópolis – RJ
Telefones: (24) 2236-4100

 

CLÍNICA PRONTO-VET

Endereço: Rua Paulino Afonso, 316 – Bingen – Petrópolis/RJ

Telefones: (24) 22332893

 

A CASTRAÇÃO NÃO DÓI: O QUE DÓI É O ABANDONO!

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Procurar Um Gato Desaparecido

Normalmente, os animais fogem ao tédio ou à solidão; para responder aos seus instintos sexuais caso não estejam esterilizados; em resposta a eventos repentinos e inesperados que os assustam; por curiosidade pelo mundo exterior; por janelas ou portões terem sido deixados abertos; ou, se estiverem numa nova casa, à procura do ambiente circundante anterior.

Dada a sua natureza mais recatada, em princípio, os gatos não se afastarão muito mais do que um quilómetro. Por oposição aos casos de cães desaparecidos (em que a ajuda de terceiros é quase sempre essencial), o êxito na procura de gatos desaparecidos depende quase exclusivamente da insistência e “perícia” de quem os procura.

Gato AssustadoDesenhe mentalmente um círculo em volta do local onde o seu gato desapareceu. Pense nos locais dentro desse círculo para onde o seu gato provavelmente se deslocaria em procura de comida, de abrigo ou de companhia, ou simplesmente por curiosidade. Uma casa desabitada? Uma arrecadação? Uma casa com animais não esterilizados? Uma zona frequentada por uma colónia de gatos? O seu gato poderá estar assustado/ferido e ter-se escondido em algum sítio de onde não se atreva a sair ou pode ter entretanto ficado preso em algum local (um sótão, uma garagem, etc.).

Com as sugestões abaixo, pretendemos oferecer-lhe algumas linhas de orientação na busca do seu gato. As primeiras 12 horas após um desaparecimento são vitais, pelo que é essencial rapidez de acção. Esperamos que estas indicações o ajudem.

  • Certifique-se primeiro de que o seu gato não está dentro de casa! Quem convive com gatos sabe como eles são curiosos e também peritos em “esconder-se”. Terá entrado para uma gaveta ou um armário aberto recentemente? Estará a dormitar dentro do guarda-fatos? Estará escondido atrás da televisão ou da cortina? Se não encontrar o seu animal dentro de casa, passe rapidamente à busca no exterior.
  • Percorra as proximidades do local de desaparecimento! Percorra a pé as imediações do local de desaparecimento e chame pelo seu gato com calma, utilizando expressões que ele reconheça. É essencial repetir esta rotina diariamente e durante o maior número possível de dias/semanas, com maior intensidade à noite (que é quando tudo está mais calmo e os gatos se mostram mais). Um gato assustado ou num ambiente desconhecido muito dificilmente se mostrará ou responderá ao nome, pelo que é necessária muita persistência da sua parte. Faça os mesmos percursos várias vezes. O seu gato poderá vir a juntar-se a uma colónia de gatos (geralmente, as colónias formam-se onde existe abrigo e uma fonte de alimentação regular), pelo que é importante reforçar as buscas nesses locais e abordar pessoas que alimentem animais de rua.
  • Faça sons familiares! Os animais podem ouvi-lo a grandes distâncias. Chame com frequência pelo seu gato, mas com tom de voz calmo. Se ele tiver um brinquedo com guizo/apito, leve-o consigo e utilize-o para fazer sons familiares. Faça outros sons conhecidos do seu gato (abanar o saco de ração, bater com uma colher na lata de comida, etc.), sempre com calma. Ouça com atenção se o seu gato faz algum barulho em resposta.
  • Leve uma lanterna com luz forte! Mesmo durante o dia, leve consigo uma lanterna para procurar em locais escuros. Um gato assustado ou magoado irá esconder-se em locais resguardados e não irá ter consigo. Além de procurar em locais escuros, procure também em valetas, caves, barracões, garagens, aterros, contentores, casas devolutas ou em construção, debaixo de carros, etc. Se o seu animal tiver caído, o mais provável é que se tenha escondido logo nas imediações do local da queda (debaixo de um carro, numa garagem, numa cave, num vão de escada, etc.). Se seu animal tiver acesso regular ao exterior ou ao telhado, é possível que tenha ficado preso (num sótão, numa casa devoluta, numa casa em obras).
  • Muna-se de transportadora e de comida apelativa! Na busca do seu gato, não se esqueça de levar uma transportadora e ração/comida com cheiro forte apelativo (por exemplo, sardinhas ou atum) para o atrair na eventualidade de o conseguir ver.
  • Gato em Cima de ÁrvoreAborde os frequentadores da zona! Pergunte aos moradores locais, a pessoas que estejam a passear com os seus animais e a outras pessoas que frequentem habitualmente a zona (lojistas, carteiros, funcionários camarários de limpeza) se viram o seu gato e peça-lhes que fiquem atentos a gatos com as mesmas características. Se possível, leve consigo um familiar ou amigo.
  • Olhe para cima! É muito importante procurar bem debaixo de carros e em potenciais “esconderijos”. Contudo, também é importante “olhar para cima”. Se houver árvores nas redondezas, convém certificar-se de que o seu gato não terá subido a nenhuma. Em momentos de pânico, alguns gatos sobem até ao cimo de uma árvore e não conseguem depois descer.
  • Prepare um “tapete de boas-vindas”! Se tal for viável, coloque artigos com odor forte à porta/janela de casa para atrair o seu gato. Por exemplo, um pratinho com comida de cheiro forte e peças de roupa usada poderão ajudar a atrair o seu gato, se este estiver nas imediações. Se tal for possível, coloque também no exterior o “ninho” e os brinquedos preferidos do seu gato.
  • Publique um anúncio de animal desaparecido! Submeta um anúncio para que o seu gato fique registado na nossa base de dados de animais desaparecidos e para que os restantes utilizadores sejam notificados acerca do desaparecimento. Outra vantagem é que fica logo disponível um folheto optimizado de divulgação. Os folhetos de Encontra-me.org incluem uma faixa de tiras de contacto, o que permite que qualquer pessoa interessada em ajudar retire uma tira com o n.º de telefone, aumentando-se assim as pessoas “envolvidas” na procura (depois de impressos os folhetos, é conveniente que dê pequenos cortes com a tesoura ao longo do tracejado). Tenha o cuidado de inserir informações que possam ajudar terceiros na eventualidade de avistarem o seu gato (por exemplo, na maior parte dos casos, não convém tentar agarrar um gato, pois tal poderá afugentá-lo ainda mais). Ao descrever o seu gato, oculte uma ou duas características identificadoras (esta medida é essencial para evitar fraudes).
  • Afixe e distribua os folhetos de divulgação! Em todas as buscas pelo seu gato, vá afixando e distribuindo folhetos com fotografia. É extremamente importante afixar folhetos no raio de, pelo menos, mil metros do local de desaparecimento. Peça também para colocar um folheto em padarias, mercearias, cafés, clínicas veterinárias, supermercados, bombas de gasolina, farmácias e outros locais estratégicos. Examine os folhetos frequentemente e substitua os que tiverem sido retirados ou danificados (infelizmente, muitos folhetos desaparecem em menos de 24 horas). É também importante colocar um folheto nas caixas de correio da vizinhança e entregar um folheto aos carteiros e funcionários camarários de limpeza que actuem na sua zona, pois estes percorrem a vizinhança diariamente. Para esta divulgação em menor escala, se a sua impressora tiver essa funcionalidade, poderá configurá-la para imprimir 4 exemplares do folheto numa folha A4.
  • Gato em Cima de PneuNão descarte nenhuma pista! Se receber informações sobre um animal muito semelhante ao seu, não descarte essa pista apenas com base na distância ou em factores como a ausência/presença de coleira ou microchip, por exemplo. Um animal pode aparecer a muitos quilómetros do local de desaparecimento por ter sido recolhido por alguém que estivesse de passagem e more longe, por ter sido logo dado para adopção por quem o encontrou ou até ter seguido dentro de um carro (infelizmente, algo comum no caso dos gatos). Um animal que tenha desaparecido sem coleira pode entretanto ter coleira (pode ter sido recolhido por alguém que lhe pôs coleira e ter voltado a fugir) e um animal que tenha desaparecido com coleira rapidamente pode ficar sem a coleira. Um animal sem microchip pode ter sido entretanto recolhido por alguém que lhe pôs microchip, e um animal com microchip pode ser considerado como não tendo identificação apenas por o microchip não ter sido detectado pelo leitor (acontece com alguma frequência) ou até mesmo por o microchip ter sido retirado por pessoas mal-intencionadas. Da mesma forma,um animal pode mudar bastante de aspecto com o passar do tempo e com a ausência de cuidados, pelo que é importante verificar pessoalmente uma pista sempre que possível.
  • Notifique clínicas veterinárias e bases de dados de microchips! Telefone para as clínicas veterinárias da sua zona para saber se o seu gato terá sido recebido para tratamento ou verificação de existência de microchip. Deixe um folheto com fotografia nas clínicas veterinárias de todo o concelho e, com o passar do tempo, dos concelhos adjacentes (pesquise os contactos no site das Páginas Amarelas). Se o seu gato tiver microchip, notifique a entidade da base de dados pertinenteSIRA ou SICAFE. Certifique-se de que as informações de contacto estão actualizadas. Não deixe também de consultar regularmente a lista de microchips não registados no SICAFE, de responsabilidade da DGV.
  • Desloque-se aos canis/gatis municipais! Visite regularmente os canis/gatis municipais mais próximos. Não basta telefonar, tem de ir ver por si próprio. Lembre-se de que a sua descrição do seu gato e a descrição de outras pessoas nem sempre coincide. Por outro lado, infelizmente, há funcionários pouco sensíveis e pouco cooperantes que se apressam a informar (incorrectamente) que não existe no canil/gatil nenhum animal com as características indicadas.Ligando para os contactos gerais das câmaras municipais, poderá obter a localização dos respectivos canis/gatis. Se o seu gato não estiver no canil/gatil municipal, informe-se sobre quanto tempo cada canil/gatil mantém os animais antes de os colocar para adopção ou de os abater. Por lei, os canis/gatis municipais devem aguardar 8 dias antes de abater um animal, mas este prazo mínimo nem sempre é cumprido. Peça a ajuda de amigos ou familiares para visitarem os canis/gatis à vez.
  • Gato Num TelhadoContacte as associações de protecção mais próximas! Informe-se sobre quais as associações de protecção aos animais da sua zona e notifique-as (veja aqui uma lista de associações a actuar em Portugal). Se tiver adoptado o seu gato numa associação, informe-a o quanto antes acerca do desaparecimento, para que os voluntários da associação também possam ajudar na procura.
  • Notifique a polícia se o seu animal tiver sido raptado! Apresente uma “queixa-crime por furto” na Esquadra da PSP ou Posto da GNR, para que o caso siga para o Ministério Público.
  • Contacte equipas de estrada! Descubra se o seu gato foi morto na estrada. Trata-se de uma tarefa triste, mas necessária. Caso contrário, poderá nunca saber o que aconteceu ao seu animal. Entre diariamente em contacto com as equipas que recolhem animais das ruas e estradas da sua área de residência (contacte a sua Câmara Municipal para que lhe indiquem como poderá obter essa informação). Poderá também contactar a delegação regional da Estradas de Portugal do seu distrito (veja aqui os contactos das delegações regionais de todos os distritos) ou utilizar o número azul 808 210 000 (Estrada Livre) para tentar obter essa informação.
  • Publicite o desaparecimento! Se possível, anuncie também o desaparecimento do seu gato em jornais e estações de rádio locais. Pode colocar um anúncio na edição de domingo, bem como durante a semana.
  • Tenha cuidado com pessoas mal-intencionadas e fraudes! Infelizmente, existem pessoas que se tentam aproveitar de situações de animais desaparecidos. Não divulgue a sua morada completa e, se possível, opte por um número de contacto móvel. Evite encontrar-se sozinho com alguém que afirme ter encontrado o seu animal. Leve um ou dois amigos consigo e marque um encontro num local público. Da mesma forma, evite andar sozinho à procura do seu animal, particularmente em locais que não lhe sejam familiares. Não convide ninguém para entrar em sua casa, a menos que conheça bem essa pessoa. Quando falar com um desconhecido que afirme ter encontrado o seu animal, peça-lhe que descreva o animal com exactidão antes de lhe fornecer qualquer outra informação. Se o desconhecido não incluir a característica identificadora que ocultou nos anúncios, é provável que afinal não tenha o seu animal. Tenha cuidado redobrado com pessoas que insistam em receber antecipadamente dinheiro pela devolução do seu animal ou por eventuais despesas veterinárias. Uma tentativa comum de burla consiste em pedir um pagamento na forma de carregamento de telemóvel para devolver o animal – não se deixe iludir.
  • Não desista! Há casos de gatos que estiveram desaparecidos durante meses e que acabaram por ser encontrados. Proceda a uma afixação regular de folhetos e contacte regularmente as clínicas veterinárias do concelho do local de desaparecimento (e concelhos adjacentes). Na eventualidade de o seu gato ter sido recolhido por alguém, as probabilidades de ir a uma clínica veterinária são altas. Por outro lado, quem sabe se a divulgação não chega a alguém que possa ajudar e que não tivesse tido conhecimento do sucedido aquando de divulgações anteriores?

Depois de encontrar o seu gato, deverá dar o seu anúncio em Encontra-me.org como “Resolvido”, recolher os folhetos que afixou e informar as pessoas que o auxiliaram, inclusive clínicas veterinárias e canis municipais. Para evitar que esta situação traumática para o seu gato e para si volte a ocorrer, siga as recomendações para Evitar Que Um Animal Desapareça.

http://www.encontra-me.org/procurar/gato

Procurar Um Cão Desaparecido

Normalmente, os animais fogem ao tédio ou à solidão; para responder aos seus instintos sexuais caso não estejam esterilizados; em resposta a eventos repentinos e inesperados que os assustam; por curiosidade pelo mundo exterior; por janelas ou portões terem sido deixados abertos; ou, se estiverem numa nova casa, à procura do ambiente circundante anterior.

Cão Desorientado

A distância que os cães percorrem dependerá em grande medida da distância que as suas patas lhes permitem andar. Por exemplo, cães fortes, especialmente se forem novos, podem percorrer oito quilómetros ou mais num único dia. Cães pequenos poderão conseguir percorrer cerca de um quilómetro. A maioria dos cães é bem recuperada num raio de três quilómetros de casa, especialmente porque não costumam percorrer largas distâncias em linha recta, independentemente da sua força ou rapidez. Por exemplo, se se tratar de um cão confiante, ele irá procurar outros cães e outros humanos que sejam amigáveis e que provavelmente o confortem, alimentem e abriguem. Jardins e parques públicos são locais que ele procurará. Pelo contrário, se se tratar de um cão tímido e mais idoso que não confie em estranhos, ele irá esconder-se. Bons locais para isso podem ser os arbustos, um local ermo ou até mesmo debaixo dos carros.

Desenhe mentalmente um círculo em volta do local onde o seu cão desapareceu. Pense nos locais dentro desse círculo para onde ele provavelmente se deslocaria em procura de companhia, conforto ou comida. Um jardim ou um parque onde vá regularmente? Uma escola? Uma casa onde o seu cão costume receber guloseimas ou tenha um amigo? A porta de um carro aberta? Pense em todas as pessoas que vivem dentro desse círculo, pessoas que passem muito tempo fora de casa e que seja provável verem um animal perdido. Pense nas pessoas que percorrem a sua zona como parte do seu trabalho, pessoas que você não conhece e que não o conhecem a si. Peça a todas elas que o ajudem a encontrar o seu cão. Quanto mais pessoas estiverem envolvidas na busca, maiores serão as probabilidades de o encontrar.

Com as sugestões abaixo, pretendemos oferecer-lhe algumas linhas de orientação na busca do seu cão. As primeiras 12 horas após um desaparecimento são vitais, pelo que é essencial rapidez de acção. Esperamos que estas indicações o ajudem.

  • Percorra as proximidades do local de desaparecimento! Percorra a pé ou de bicicleta as proximidades do local de desaparecimento. Pergunte aos moradores locais e a outras pessoas que frequentem habitualmente a zona (lojistas, carteiros, funcionários camarários de limpeza) se viram o seu cão. De preferência, leve consigo um familiar ou amigo. Fale com todas as pessoas que encontrar e tente envolver as crianças da vizinhança na procura (as crianças podem ser óptimas a encontrar animais). Se tiver outro cão e ambos os animais se derem bem, se tal for viável, leve-o consigo nas suas caminhadas. À medida que os dias forem passando, o raio de busca deverá ser aumentado.
  • Faça barulho! Os animais podem ouvi-lo a grandes distâncias. Chame continuamente o nome do seu cão. Se ele tiver um brinquedo com gizo/apito, leve-o consigo e utilize-o para fazer ruídos familiares. Leve também consigo uma caixa dos biscoitos favoritos do seu cão e abane-a alto e bom som enquanto chama o nome do seu cão. Faça outros barulhos que lhe sejam familiares. No entanto, é importante parar regularmente, manter silêncio e ouvir se o seu cão faz algum barulho em resposta. Os vizinhos/transeuntes irão pensar que é maluco, mas estamos a falar da vida do seu cão!
  • Cão Sedento
  • Leve uma lanterna com luz forte, bem como coleira e trela! Além de coleira e trela, mesmo durante o dia, leve consigo uma lanterna para procurar em locais escuros. Um cão assustado ou magoado poderá esconder-se em locais escuros e não irá ter consigo. Além de procurar em locais escuros, procure também em valetas, barracões, aterros, contentores, garagens, casas devolutas ou em construção, debaixo de carros, etc.
  • Aborde os frequentadores da zona!Pergunte aos moradores locais, a pessoas que estejam a passear com os seus animais e a outras pessoas que frequentem habitualmente a zona (lojistas, carteiros, funcionários camarários de limpeza) se viram o seu cão e peça-lhes que fiquem atentos a cães com as mesmas características. Se possível, leve consigo um familiar ou amigo.
  • Publique um anúncio de animal desaparecido! Submeta um anúncio para que o seu cão fique registado na nossa base de dados de animais desaparecidos e para que os restantes utilizadores sejam notificados acerca do desaparecimento. Outra vantagem é que fica logo disponível um folheto optimizado de divulgação. Os folhetos de Encontra-me.org incluem uma faixa de tiras de contacto, o que permite que qualquer pessoa interessada em ajudar retire uma tira com o n.º de telefone, aumentando-se assim as pessoas “envolvidas” na procura (depois de impressos os folhetos, é conveniente que dê pequenos cortes com a tesoura ao longo do tracejado). Tenha o cuidado de inserir informações que possam ajudar terceiros na eventualidade de avistarem o seu cão – por exemplo, indique se o seu cão é sociável ou se, pelo contrário, não convém tentar agarrá-lo (pois tal poderá afugentá-lo ainda mais). Ao descrever o seu cão, oculte uma ou duas características identificadoras (esta medida é essencial para evitar fraudes).
  • Afixe e distribua os folhetos! Esta é uma medida absolutamente indispensável em casos de desaparecimento. Se não divulgar o desaparecimento do seu cão através de folhetos, estará a comprometer seriamente o seu regresso a casa. Em todas as buscas pelo seu cão, vá afixando e distribuindo folhetos com fotografia. É extremamente importante afixar folhetos no raio de, pelo menos, dois quilómetros do local de desaparecimento. À medida que os dias forem passando, esse raio deverá ser aumentado. Peça também para colocar um folheto em padarias, mercearias, cafés, clínicas veterinárias, supermercados, bombas de gasolina, farmácias e outros locais estratégicos. Examine os folhetos frequentemente e substitua os que tiverem sido retirados ou danificados (infelizmente, muitos folhetos desaparecem em menos de 24 horas). É também aconselhável entregar um folheto a carteiros, agentes de polícia, taxistas, motoristas de autocarro e funcionários camarários de limpeza, pois são pessoas que percorrem as cidades diariamente. Para uma divulgação em menor escala, se a sua impressora tiver essa funcionalidade, poderá configurá-la para imprimir 4 exemplares do folheto numa folha A4.

Cão Enlameado

  • Não descarte nenhuma pista! Se receber informações sobre um animal muito semelhante ao seu, não descarte essa pista apenas com base na distância ou em factores como a ausência/presença de coleira ou microchip, por exemplo. Um animal pode aparecer a muitos quilómetros do local de desaparecimento por ter sido recolhido por alguém que estivesse de passagem e more longe, por ter sido logo dado para adopção por quem o encontrou ou até ter seguido dentro de um carro (infelizmente, algo comum no caso dos gatos). Um animal que tenha desaparecido sem coleira pode entretanto ter coleira (pode ter sido recolhido por alguém que lhe pôs coleira e ter voltado a fugir) e um animal que tenha desaparecido com coleira rapidamente pode ficar sem a coleira. Um animal sem microchip pode ter sido entretanto recolhido por alguém que lhe pôs microchip, e um animal com microchip pode ser considerado como não tendo identificação apenas por o microchip não ter sido detectado pelo leitor (acontece com alguma frequência) ou até mesmo por o microchip ter sido retirado por pessoas mal-intencionadas. Da mesma forma,um animal pode mudar bastante de aspecto com o passar do tempo e com a ausência de cuidados, pelo que é importante verificar pessoalmente uma pista sempre que possível.
  • Prepare um “tapete de boas-vindas”! Se tal for viável, coloque artigos com odor forte à porta/janela de casa para atrair o seu cão, tais como peças de roupa suja. Peúgas suadas e fatos de treino são atractivos excelentes. Se possível, coloque também no exterior o “ninho” e os brinquedos preferidos do seu cão. Deixe o portão aberto, se daí não advier perigo.
  • Regresse ao local de desaparecimento! Se o seu cão tiver desaparecido longe de casa, volte com frequência ao local em que desapareceu. Após algum tempo, há cães que regressam ao local onde se perderam, pois esse local é a sua última referência.
  • Notifique clínicas veterinárias e bases de dados de microchips! Telefone para as clínicas veterinárias da sua zona para saber se o seu cão terá sido recebido para tratamento ou verificação de existência de microchip. Deixe um folheto com fotografia nas clínicas veterinárias de todo o concelho e, com o passar do tempo, dos concelhos adjacentes (pesquise os contactos no site das Páginas Amarelas). Se o seu cão tiver microchip, notifique a entidade da base de dados pertinenteSIRA ou SICAFE. Certifique-se de que as informações de contacto estão actualizadas. Não deixe também de consultar regularmente a lista de microchips não registados no SICAFE, de responsabilidade da DGV.
  • Cão Num Canil
  • Desloque-se aos canis municipais! Visite regularmente os canis municipais mais próximos. Não basta telefonar, tem de ir ver por si próprio. Lembre-se de que a sua descrição do seu cão e a descrição de outras pessoas nem sempre coincide. Por outro lado, infelizmente, há funcionários pouco sensíveis e pouco cooperantes que se apressam a informar (incorrectamente) que não existe no canil nenhum animal com as características indicadas.Ligando para os contactos gerais das câmaras municipais, poderá obter a localização dos respectivos canis. Se o seu cão não estiver no canil municipal, informe-se sobre quanto tempo cada canil mantém os animais antes de os colocar para adopção ou de os abater. Por lei, os canis municipais devem aguardar 8 dias antes de abater um animal, mas este prazo mínimo nem sempre é respeitado. Peça a ajuda de amigos ou familiares para visitarem os canis à vez.
  • Contacte as associações de protecção mais próximas! Informe-se sobre quais as associações de protecção aos animais da sua zona e notifique-as (veja aqui uma lista de associações a actuar em Portugal). Se tiver adoptado o seu cão numa associação, informe-a o quanto antes acerca do desaparecimento, para que os voluntários da associação também possam ajudar na procura.
  • Notifique a polícia se o seu animal tiver sido raptado! Apresente uma “queixa-crime por furto” na Esquadra da PSP ou Posto da GNR mais próximo, para que o caso siga para o Ministério Público.
  • Contacte equipas de estrada! Descubra se o seu cão foi morto na estrada. Trata-se de uma tarefa triste, mas necessária. Caso contrário, poderá nunca saber o que aconteceu ao seu animal. Entre diariamente em contacto com as equipas que recolhem animais das ruas e estradas da sua área de residência (contacte a sua Câmara Municipal para que lhe indiquem como poderá obter essa informação). Poderá também contactar a delegação regional da Estradas de Portugal do seu distrito (veja aqui os contactos das delegações regionais de todos os distritos) ou utilizar o número azul 808 210 000 (Estrada Livre) para tentar obter essa informação.
  • Publicite o desaparecimento! Se possível, anuncie também o desaparecimento do seu cão em jornais e estações de rádio locais. Pode colocar um anúncio na edição de domingo, bem como durante a semana.
  • Tenha cuidado com pessoas mal-intencionadas e fraudes! Infelizmente, existem pessoas que se tentam aproveitar de situações de animais desaparecidos. Não divulgue a sua morada completa e, se possível, opte por um número de contacto móvel. Evite encontrar-se sozinho com alguém que afirme ter encontrado o seu animal. Leve um ou dois amigos consigo e marque um encontro num local público. Da mesma forma, evite andar sozinho à procura do seu animal, particularmente em locais que não lhe sejam familiares. Não convide ninguém para entrar em sua casa, a menos que conheça bem essa pessoa. Quando falar com um desconhecido que afirme ter encontrado o seu animal, peça-lhe que descreva o animal com exactidão antes de lhe fornecer qualquer outra informação. Se o desconhecido não incluir a característica identificadora que ocultou nos anúncios, é provável que afinal não tenha o seu animal. Tenha cuidado redobrado com pessoas que insistam em receber antecipadamente dinheiro pela devolução do seu animal ou por eventuais despesas veterinárias. Uma tentativa comum de burla consiste em pedir um pagamento na forma de carregamento de telemóvel para devolver o animal – não se deixe iludir.
  • Não desista! Há casos de cães que estiveram desaparecidos durante meses e que acabaram por ser encontrados. Proceda a uma afixação regular de folhetos e contacte regularmente as clínicas veterinárias do distrito do local de desaparecimento (e, eventualmente, distritos adjacentes). Na eventualidade de o seu cão ter sido recolhido por alguém, as probabilidades de ir a uma clínica veterinária são altas. Por outro lado, quem sabe se a divulgação não chega a alguém que possa ajudar e que não tivesse tido conhecimento do sucedido aquando de divulgações anteriores?

Depois de encontrar o seu cão, deverá dar o seu anúncio em Encontra-me.org como “Resolvido”, recolher os folhetos que afixou e informar as pessoas que o auxiliaram, inclusive clínicas veterinárias e canis municipais. Para evitar que esta situação traumática para o seu cão e para si volte a ocorrer, siga as recomendações para Evitar Que Um Animal Desapareça.

http://www.encontra-me.org/procurar/cao

Medalha de identificação

Amigos e Amigas,

Diariamente recebemos pedidos de ajuda aos cães e gatos perdidos em nossa cidade.

E hoje, resolvemos abordar um assunto diferente, que visa a proteção do seu peludo e a sua tranquilidade. 

A utilização da Medalha de Identificação

Um acessório barato, de fácil acesso, pode ser encontrado em quase toda pet shop. Com sua utilização fica fácil localizar o dono de um cachorro perdido

Uma boa dica ao escolher uma medalha, é considerar três pontos importantes: durabilidade, legibilidade e visibilidade.  Na eventualidade de o seu animal se perder, é vital que quem se cruze com ele detecte facilmente a medalha deidentificação e consiga ler as informações de contato.

Deixe sempre o seu peludo com uma coleira e a medalha com seus telefones.

Vocês sabiam que a grande maioria dos cães que se perdem ou fogem, quando possuem amedalha de identificação são devolvidos aos seus tutores?


Não espere que algo aconteça, providencie o quanto antes.


Lembrem-se, Quem ama, cuida!! 

Dicas de como Achar seu peludo perdido

Como encontrar meu animal perdido é um vídeo criado pela Mônica Martins, para tentar ajudar aqueles que estão passando por uma situação parecida com a qual passei.
Segue abaixo seu relato:
Meu cãozinho Thoby Martins fugiu do petshop no dia 21/06/2010. Passei por 28 longos dias de busca.
Quando nos deparamos com uma situação dessas, somos bombardeados de informações sobre o que fazer. Creio que podemos ser mais objetivos, práticos e efetivos em nossa busca e, por isso tentei descrever a melhor forma para se iniciar esse momento tão delicado.
O mais importante: Nunca desista de seu animal, pois, com certeza, ele nunca desistiria de você. (a prova disso para mim é a história do Thoby).
Eu tive um final feliz, pois meu cachorro conseguiu voltar para casa, quem sabe meus esforços o tenham ajudado.
Boa sorte à todos vocês que estão ainda à procura de seu animalzinho perdido.

Outra dica importantes recebida por email e vistas no dia a dia:
* Fazer cartaz com foto do seu cão e colar em carros.

*Colocar faixas nas ruas – mesmo que a prefeitura tire, basta um dia para muitas pessoas verem

*Distribuir cartazes em comércio local e nas proximidades como padarias, farmácias, bancas de jornais, postos de gasolina, lojas…

*Distribuir cartazes em clínicas e pet shops do bairro em que o animal fugiu e bairros adjacentes.

*Contratar carros de som para anunciar a fuga do animal no bairro que o animal fugiu e bairros adjacentes (tem dado excelente resultado).

*Colocar anúncio nos sites de animais perdidos.

*Colocar anúncio no Facebook, Orkut…

*Anunciar numa rádio/jornal local

A persistência dos donos é fundamental…redistribuir os cartazes toda semana ou a cada 15 dias, conforme as possibilidades.

Temos visto animais achados depois de 1,2, 3…6 meses, até 1 ano.